A cada dia mais mulheres em todo mundo, mostram seus melhores talentos em diferentes âmbitos esportivos; desde o futebol, até os e-Sports, e o futuro é muito promissório.
Os anos recentes têm sido uma mostra do que as mulheres podem fazer dentro dos esportes, como sendo Marta da Silva, capitã da seleção brasileira de futebol, uma das mulheres líderes nesse aspecto.
No caso de Marta, ela comentou repetidas vezes que pensa que nasceu para jogar futebol e que ela praticava o esporte com seus primos na rua, antes de se tornar uma jogadora profissional. Devido ao desenvolvimento de sua paixão, Marta tornou-se referência do antes e depois no futebol brasileiro. Eleita cinco vezes como a melhor jogadora do mundo, e indicada mais uma vez em 2018 para o prêmio da melhor jogadora da FIFA.

Fonte: Marta Vieira da Silva via Facebook
Além de Marta, o futebol tem figuras femininas como líderes de classe mundial, incluindo a secretária geral da FIFA, a senegalesa Fatma Samba Diouf Samoura, que é a segunda pessoa mais importante dentro desse órgão, somente depois do presidente Gianni Infantino.
Além dessas duas figuras importantes no futebol, há muitas outras mulheres que estão se destacando dentro de outros esportes na atualidade. Devido isso, se você gosta de esporte, e segue os jogos da Marta e da seleção, pode ter ouvido falar da skatista profissional Leticia Bufoni, que se tornou a principal imagem da Nike em seu ramo de artigos exclusivos – constantemente se destando em competições no mais alto nível do mundo.
Outro dos esportes que deixaram de ser exclusivos para os homens é o das artes marciais mistas, em que figuras como a americana Ronda Rousey, ou a brasileira Cris Cyborg, se destacaram como campeãs quase invencíveis, deixando um legado muito importante e inspirando futuras gerações de atletas.
Fonte: Leticia Bufoni via Instagram
O mundo dos e-Sports é um dos que mais rapidamente está quebrando tabus e barreiras de gênero, já que as mulheres competem diretamente com os homens, sem a necessidade de fazer qualquer distinção. O exemplo mais claro é encontrado com a campeã de StarCraft II, a canadense Sasha ‘Scarlett’ Hostyn, que se tornou a mulher mais bem paga dentro dos e-Sports, e a primeira a vencer uma competição de tão alto nível.
Além disso, foi comprovado em um estudo conduzido por pesquisadores da Universidade de Berkeley e da Universidade de Michigan, nos Estados Unidos, que homens e mulheres não têm diferenças em relação ao seu desempenho quando jogam videogames. No Brasil, os números são ainda mais fortes e claros, já que só em 2016, 52,6% de todos os gamers do país eram mulheres, e o número continua a ter o gênero feminino como líderes nesse contexto.

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Todos os dias, mais mulheres continuam ganhando merecidamente lugares de sucesso dentro do esporte, quebrando barreiras criadas apenas pelo preconceito. Por isso, o futuro das mulheres nos esportes é cada vez mais positivo e promissório.