Cinema

Crítica O Menino Que Queria Ser Rei: Humor e referências culturais britânicas

  Patricia Piquia    terça-feira, 22 de janeiro de 2019

O filme de fantasia, O Menino Que Queria Ser Rei, estreia dia 31 de janeiro nos cinemas brasileiros, escrito e dirigido pelo britânico Joe Cornish, que já co-escreveu As Aventuras de Tintim: O segredo do Unicórnio e o Homem-Formiga.

O filme conta a história de Alex, o novato Louis Ashbourne Serkis, um menino de 12 anos de Londres. Alex é um menino meio nerd que sofre muito bullying na escola, por conta da sua personalidade, como sempre. Um dia ao correr de seus perseguidores acha a espada lendária do Rei Arthur, Excalibur, em um terreno em construção. E tem que lutar contra a malvada Morgana e seres do mal para defender a Grã-Bretanha. Mas por ser um menino não é levado a sério e terá que conquistar a confiança de pessoas próximas, como seu melhor amigo Bedders, os valentões Lance e Kaye, e se unir ao lendário mago Merlim, que é interpretado duplamente por Patrick Stewart e ótimo estreante Angus Imrie, para salvar os britânicos do perigo.

Um bom filme no estilo sessão da tarde, para curtir em família. Ambos os atores que interpretam Merlim estão muito bons, na versão mais velha o maravilhoso Patrick Stewart e na versão mais jovem o estreante Angus Imrie que está meio “Didi Mocó” com um truque mágico de mãos que lembra muito o nosso trapalhão brasileiro, me diverti com ele. É um filme para os fãs de magia e em especial da Grã-Bretanha, pois faz referências legais a cultura de lá e como amante desses costumes, gostei do filme!

Patricia Piquia

Patricia Piquia

Nerd, brasiliense, estabanada e professora de inglês. Amo música, livros, séries, filmes, arte, corridas e viagens.

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