Não vou falar de geografia e nem de economia. Continuo falando de comida e afins. E, no mundo de hoje, até a comida é globalizada. Cada vez é mais fácil achar ingredientes importados, com a internet pode-se pesquisar e reproduzir receitas de qualquer país em sua casa e viajar é cada vez mais fácil e mais barato.
Outra maneira de vivenciar a globalização ‘gastronômica’ é ir a um McDonald’s. Os arcos dourados estão em quase muitos países do mundo, e em quase todos eles você vai encontrar Big Macs e outros sanduíches parecidos, como se tudo fosse padronizado.
Engana-se, porém, quem pensa que em todo McDonald’s tudo é igual. Cada país tem seu cardápio, que leva em conta os gostos da população local. Assim, tem muitos produtos diferentes espalhados pelas lanchonetes do mundo.
Na África do Sul, tem milho em potinho no cardápio. Na Turquia, tem sanduíche feito com pão sírio e tortinha de chocolate. No cardápio chileno, uma espécie de McChicken com abacate. No café da manha do Canadá, tem burrito, prato típico da cozinha mexicana. No Egito, hambúrguer com pimenta jalapeno. E em Hong Kong, um prato de café da manhã mistura massa, ovo cozido e salsicha em um caldo de galinha. Na Malásia, o cardápio inclui mingau com tiras de frango, cebolinha, gengibre e pimenta. No menu espanhol, Gazpacho, sopa fria de tomate. E na Índia, onde as vacas são sagradas, tem hambúrguer vegetariano.
Passear pelo site internacional do McDonald’s é uma viagem por mundos exóticos, mas, ainda assim, com uma certa familiaridade. Pode ser uma boa maneira de conhecer novos lugares e aprender um pouquinho mais sobre cultura e sobre as preferências culinárias de cada povo.










