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Em muitos casos a insuficiência de informação pode matar.

Publicado em 08 março 2010 por Amanda Magalhães

On the platform, reading

Sabe, não é de hoje que vemos pessoas que são completamente contra o Software Livre. Isto não me revoltaria se todas elas tivessem argumentos para justificar essa posição. Afinal, todos tem direito a uma opinião. Mas na maioria das vezes o que eles tem são premissas soltas e infundadas que faz com que as pessoas fechem suas mentes e não queiram nem saber mais nada a respeito.

Eu lido com pessoas assim todos os dias. E por não conseguir ficar calada diante algo que não concordo, acabo me tornando a chata, a ‘xiita’ (termo o qual eu não concordo para este fim) ou até mesmo revolucionária. Os mais comuns, claro, são chata e xiita.

Podemos até ver o resultado de pessoas assim em casos como este ou este. No primeiro caso, é muito mais gritante e preocupante no âmbito técnico. E o outro em um geral.

O argumento utilizado, no primeiro texto, que informa que o Brasil e outros países podem ser punidos por usar/incentivar Software Livre, é de que sistemas de código aberto reduzem ou até mesmo eliminam a competitividade entre as empresas e pode até tirar o emprego de muita gente que recebe para desenvolver sistemas com códigos proprietários.

Não consigo entender – ou aceitar – como isto poderia acontecer. Argumentos como este é que nos provam a insuficiência de informação.

Tentando explicar de forma bem genérica, principalmente àqueles que não são do ramo de computação: quando se constrói um sistema, você obtém o código dele, que é o que diz o que o sistema fará. Algumas empresas trancam este código para que ninguém (nem mesmo quem o comprou) tenha acesso à ele. O que eu acho um erro, por que já que você pagou por ele, deveria ter acesso àquilo que ele é. Pra mim, privar o cliente deste acesso é monopólio.

A única diferença portanto é que ao adquirir e utilizar um sistema de código aberto, você tem acesso ao fonte e pode fazer modificações caso ache necessário.

Neste artigo da Info, encontrei comentários de pessoas que não têm muitos argumentos válidos contra o Software Aberto. Gente que alega que o Software Livre morreu. Dizem que quem o defende o faz de teimoso, já que esta é uma briga injusta (segundo os comentários, é briga de rinoceronte contra cachorro sarnento) e quando não tem mesmo mais o que dizer acabam por ofender às pessoas, em uma clara apelação. Em contra partida, encontrei outros que me fazem – e sempre farão – com que eu não perca minhas esperanças nas pessoas. Um destes fantásticos comentários faz uma comparação muito interessante:

“Daqui a pouco vamos ver propagandas do tipo “Doação Zero!”. Afinal, quando você doa um agasalho para alguém necessitado, você está automaticamente tirando a oportunidade de um lojista vender a peça, prejudicando o fabricante e impedindo a criação de novos postos de trabalho no país e também o recolhimento de impostos. Nossa! Pensando bem, não sei como não criaram uma campanha desse tipo ainda! hauehauehuaheu”
enviado por: Daniel Cardoso Gonçalves em 26/02/2010 – 18:38

No post a respeito do programa “Professor Digital” os comentários são ainda piores. O problema neste caso, nem é tanto quanto qual sistema será utilizado nos computadores. Todo problema é que foi citado no edital do programa o nome da empresa que deve fornecer os softwares dos computadores, o que é contra a lei. Não importaria se o nome citado fosse o de uma empresa que defende o uso do Software Aberto. Mas os comentários não nos deixam mentir de que as pessoas muitas vezes não leem a matéria na íntegra para comentar.

Isso decepciona e preocupa. Muito. O que todo mundo anda aprendendo na escola? Para onde vão as aulas e mais aulas de interpretação de texto? Ultimamente, tenho reparado o quanto falta leitura ao brasileiro. O quanto falta interesse. E o quanto falta incentivo à isso. E tudo isso, tem como resultado situações como estas.

Por favor, galera, pelo bem de vocês e até mesmo (por que não?) de um “todos nós”, vamos procurar saber das coisas, ler a respeito e entendê-las primeiro antes de nos pronunciar. Evite o vexame. E obrigada por ler até o fim.

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www.solidariedade

Publicado em 05 março 2010 por Cátia Andressa da Silva

A  idéia deste post veio há algum tempo, quando eu ouvi falar pela primeira vez sobre a Veia Social, uma rede social de doadores e receptores de sangue, que será lançada na próxima segunda-feira, dia 8 de março. A idéia dessa rede é promover, junto com as doações, a troca de idéias sobre os benefícios de ser doador e o quanto isso é importante pra salvar vidas.

Buscando mais informações a respeito da Veia Social, encontrei o portal Voluntarios Online, projeto do Instituto Voluntários em Ação, de SC. No portal são disponibilizados os espaços que necessitam dessa forma de trabalho, bem como você pode se cadastrar se sua consciência e coração decidirem que você pode fazer um pouquinho mais. ;) O diferencial, nesse espaço, é que além dos locais que necessitam de voluntários presenciais, também tem espaço para o voluntariado online. É isso mesmo, aquele em que você pode usar suas aptidões para ajudar, sem nem sair de casa. Por comodidade ou por impossibilidade de deslocamento. O Voluntários Online funciona como um elo, entre os que querem colocar suas habilidades e seu tempo à disposição e aquelas ONGs que precisam dessas pessoas para atender melhor seu público alvo, precisam dessa qualidade.

No mesmo formato, mas enquadrada no âmbito internacional tem a Avaaz, que se propõe a ser uma rede de mobilização global, atingindo milhões [isso mesmo] de pessoas no mundo em apenas um ano de serviço. Já foram reconhecidos por governos e meios de comunicação do mundo inteiro e usam do poder de mobilização das mídias sociais em suas campanhas.

Quando eu lancei a questão sobre solidariedade online no meu twitter, recebi vários replies destacando ações como o Twestival [do qual eu participei em 11 de setembro de 2009, no encontro de Florianópolis, que a galera da Zerotrack promoveu, juntamente com o Kommbo ], e o caso do processo contra a blogueira Claudia Belhassof, movido por um médico do qual reclamou no próprio blog, pelo descaso no atendimento [ver aqui e ali]. Se tornou conhecido quando ela soltou o seu desabafo acerca da sentença no twitter. Seus amigos se solidarizaram com a situação e imediatamente propuseram uma ‘vakinha’, que, felizmente, teve sua meta alcançada em menos de 24h, graças à solidariedade do “povo web”.

Estes são alguns exemplos de como a expressão “revolucionários de sofá” se aplica… positivamente! Existem muitas outras formas de colaboração, solidariedade e cooperação rolando pela web, principalmente pelas redes sociais das quais fazemos parte. Quando um amigo pede uma informação e você lhe dá um retorno, você está sendo solidário. E eu acredito nessa web, colaborativa e humana. Em alguns momentos, nossas timelines se enchem de piadinhas, lol, wtf, trollagens e afins, mas em outros vemos esses exemplos de comportamento solidário.

Obrigada ao Marcelo Militão, à Cláudia Belhassof, à Cláudia Simas e ao Renato pela contribuição via twitter. Ah, e ao Guto, que me contou que uma vez ganhou ingresso pro show do Kiss chorando as pitangas no twitter.

E vocês, lembram de ações solidárias que tenham dado certo nas redes sociais? Compartilhem conosco. :)

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The Nethernet

Publicado em 03 agosto 2009 por Leonardo R.

Para a comunidade nerd em geral, o termo mmorpg é bem conhecido. Mas e Pmog? Pmog é a sigla para passive multiplayer online game, coisa nova para quase todas nós, admito. E o The Nethernet é um pmog.

The Nethernet

Os dois únicos requerimentos para jogar The Nethernet é baixar a toolbar (direto para Firefox aqui) e criar um login (que pode ser aproveitado do seu twitter) e senha. Você escolhe, como em outros mmorpg’s uma classe para começar (os “bandidos e mocinhos”, de uma certa forma), com o diferencial que poderá mudar depois ao longo do jogo, se quiser.

Tá, mas e qual a graça e objetivo da coisa? A graça é que todo e qualquer site que você visita pode fazer parte do jogo. Você pode colocar “bombas” nos sites para que outros jogadores encontrem e se explodam (mas ninguém morre). Além das bombas, você pode colocar cartas (tem uma bem aqui no Garotas Nerds, coloquei há um tempo) e outros jogadores ganham pontos, que podem ser trocados por “equipamentos” para fazer maldades ou bondades, como portais. Os portais servem para levar o jogador de um site a outro. Há também “quests” a serem feitas, criadas pelos próprios jogadores, com variados temas – de design, carros antigos, outros jogos a uma infinidade de coisas. Essas quests fazem o jogador passar pelos sites que o dono da quest escolheu de acordo com o tema. A utilidade? Você acaba expandindo seus bookmarks com sites que nem conhecia e ainda pode divulgar seus sites também, gerando uma nova gama de visitantes que talvez ainda não conheciam ou nem chegariam sozinhos ao seu site.

The Nethernet Wiki
The Nethernet
The Nethernet naWikipédia (EN)
The Nethernet no Facebook e no Twitter
Meu profile no jogo :)

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Paper Toys

Publicado em 14 julho 2009 por Leonardo R.

Toy art já é mania pela internet. São brinquedos feitos geralmente em pelúcia, tecido ou plástico destinados a adultos. Aparentemente isso começou em 1990 e se mantém até hoje, em diversas partes do mundo, Brasil incluso.
Nas minhas andanças online, eis que me deparo com um tipo de toy art diferente: em papel.

Paper Toys é o blog de Geovana Tiscoscki Martinello, técnica em design e estudante de publicidade. Ela cria “bonequinhos” em papel, realistas, coloridos e num estilo que lembra muito avatares de redes sociais. O diferencial? Geovana cria os bonecos a partir da foto da pessoa, com acessórios e roupas que ela escolher.

Óculos (que podem ser usados ou não) e brincos que têm movimento são só uma amostra do que essa garota com uma criatividade enorme consegue criar.

Os preços também são amigáveis (R$25,00 toy + caixa), mas ela só aceita encomendas a partir de Outubro!

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Wolfram Alpha: de nerd para nerd!

Publicado em 22 maio 2009 por Raphaella Quarterone

Nerds de todo o mundo tiveram, esta semana, uma grande surpresa com a antecipação da data de lançamento do aguardado Wolfram Alpha.
E se você, querida (o) nerd, se perdeu em meio ao seus 75×0,6³ feeds no reader e está por fora sobre este assunto, a gente explica tudinho now.

Primeiramente, ao acompanhar as notícias, matérias e especulações sobre o que seria, do que se tratava este projeto, todos acabaram chegando à conclusão de que o WA seria desde já – ou em um futuro próximo, levando em consideração as panes do seu até então arqui-inimigo – um grande concorrente para o Google, já que foi divulgado como o mais inovador site de busca de toda a história da web, auto denominado “motor computacional de conhecimento” e blábláblá.

Porém surpresa maior se deu, de fato, quando o site foi testado pelo público, e thãram: o objetivo do WA (ou o resultado final) nada mais é do que respostas diretas ao que se busca, como se você fosse direcionado à uma página única de informações no melhor estilo “estou com sorte lifestyle”, porém dentro do próprio site.
Muito complicado ? Vamos à uma pequena demonstração:

Ao buscar por “Newton”, fui direcionada a uma página com as teorias do físico, bem como explicações em tabelas do peso N, medidas relacionadas, e etc.
No topo desta primeira página encontram-se as opções de busca sobre o assunto:

Após clicar no item escolhido, fui direcionada à página de “apresentação” do cara:

Este exemplo é um esquema básico de demonstração do site. A verdade é que o Wolfram Alpha não é direcionado aos mesmos usuários do Google, justamente por não apresentar informações gerais, tão abrangentes a ponto de fugir do assunto. Nada disso. As respostas que ele tras são práticas, diretas, técnicas. Por isso, o site já foi marcado como ótimo buscador somente para estudantes – ou melhor ainda – para os “nerds“, pois as áreas em que o site mais manda bem são: matemática, física, química e ciências naturais. Se você precisa buscar algo sobre geografia, população de algum estado ou ciências sociais em geral, esqueça. O WA é tão, mas TÃO “nerd”, que se limita a uma seleção com as melhores respostas encontradas nas grandes enciclopédias, nada relacionado à vida e vivência (doh).

Mais exemplos: você pode encontrar números referentes à quantidade de desempregados atualmente nos EUA, mas não conseguirá encontrar dados estatísticos demográficos básicos sobre qualquer cidade que queira pesquisar.
Se buscar sobre a Primeira e Segunda Guerra Mundial, não encontrará nada além das datas dos acontecimentos.
Porém se quiser fazer alguns cálculos matemáticos mirabolantes, o site te ajuda, bem como pode informar qual a frequência cardíaca segura para exercícios aos 25 anos de idade. #wtf

A navegação é complicadinha, mas nada que você não decifre em alguns minutos. O buscador é exigente, por isso cuidado com letras maiúsculas e minúsculas, pois até o momento, o grande problema do Alpha é justamente a rigorosidade nos termos buscados. Pequenos erros poderão levá-lo a lugar nenhum.

Resumo da ópera: você é “nerd” ? Quer respostas diretas e práticas, sem embromation ? Informações sobre exatas ? Wolfram Alpha tá aí pra você ;)

Se interessou ? Assista uma demonstração do site aqui !

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Crie seu look com Polyvore

Publicado em 16 maio 2009 por Leonardo R.

Hoje vou dar uma dica fashion para as garotas nerds que leêm esse blog. Se você é do tipo de pessoa que não larga a internet por nada nesse mundo, então vai achar esse site uma mão na roda quando o assunto é “roupas”. Afinal, mulher e roupas combinam, independente de que tipo de mulher é. :P

O Polyvore é um site de moda lançado em 2007, em que as usuárias criam seus looks com peças e acessórios dos mais variados estilos e cores. Funciona assim: Você seleciona uma peça, envia pra sua lista e clicando em “criar”, abre-se uma janela em que basta vc arrastar as peças que estiverem na sua lista de objetos, e ir montando seu look como quiser.

área onde criam-se as montagens

Além da enorme variedade de modelos de sapatos, bijouterias, saias, calças, blusas, jaquetas e etc e tal, o que eu mais gosto nesse site é que ele é um enorme closet virtual. Pelo menos é essa a forma que eu escolhi pra encará-lo.

É muito prático experimentar combinações, sem precisar passar horas entrando e saindo de provadores em lojas de roupas, sem contar que dá pra criar os looks e deixá-los salvos, pra vc e as outras usuárias acessá-lo quando quiser.

São peças lindíssimas e a maioria tem um link pra loja virtual referente à marca (a maioria são gringas).

Polyvore

Mais uma ótima aplicação web para auxiliar o dia-a-dia feminino, além de divertir.

Mas cuidado, Polyvore é viciante!! rs

;)

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Vendendo até a mãe

Publicado em 31 março 2009 por Carolina Türck

pixazzapng

Na semana passada o site Pixazza entrou no ar.
E você deve estar se  perguntando: “O que é esse tal de Pixazza? Hum? Hum?”.
Simples, um site direcionado para “vendedores e comerciantes da web”.
Mas com um diferencial: tags nas peças que podem ser comercializadas e aparecem nas fotos.
Basta passar o cursor do mouse sobre uma imagem e descobrir o valor de vários produtos que estão presentes nas fotos e você sequer imaginava que estariam a venda!

Ficou curioso?
Entra lá no site e da uma olhada.
Quem sabe você não vira um grande comerciante/vendedor e começa competir com amazon.com ;P

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