Essa semana o grupos Anonymous sofreu uma série de represálias tanto no meio virtual como no real.

O Google+ e o FBI reagiram para tentar conter o crescimento do grupo e frear as ações feitas na internet.

No início da semana 14 integrantes foram presos nos EUA, nos estados da Califórnia, Flórida e de New Jersey. O que chamou a atenção das autoridades é o fato dessas pessoas não terem o trabalho relacionado com tecnologias sofisticadas. Foram presos um ex-zelador, um capataz de jardinagem e um universitário.

Se essas pessoas são mesmo integrantes do Anonymous é prova de que a busca pelos responsáveis aos constantes ataques aos grandes sites será mais difícil do que se pensava. O grupo parece não ter uma característica definida. Se as pessoas não têm ligação tão próxima com tecnologia em seu cotidiano, significa que a ameaça pode vir de qualquer lugar.

Após as prisões o grupo se manifestou e disse não recuar quanto ao seu propósito. O Anonymous e o Lulz Security publicaram um comunicado que traz o seguinte trecho: Não temos mais medo. Suas ameaças de nos prender não significam nada para nós, já que vocês não podem prender uma idéia.

O grupo se manifestou por meio da nota após a declaração de Steven Chabinsky, da divisão cibernética do FBI, sobre considerar inaceitável a violação de sites e a prática de ilegalidades.

Na caçada para tentar frear a divulgação da ideologia do Anonymous, o Google+ deletou um dos perfis do grupo. Os termos de uso não permitem que o perfil seja anônimo, o que vai contra a um dos pilares do grupo; não revelar a identidade.

Com a exclusão de uma de suas páginas, o Anonymous agora planeja lançar sua própria rede social, o AnonPlus. O site já está no ar, mas ainda está passando por fase de construção, tendo 18 programadores no projeto.

No Tumblr o grupo afirmou que alguns hackers foram banidos do Facebook, Twitter e YouTube por terem perfis anônimos.

Será que tudo isso só vai fortalecer, ainda mais, o Anonymous?