Como vocês sabem a japoneusa aqui adora uma novidade musical e principalmente quando alguma banda faz algo inovador pra divulgar o seu trabalho.
Hoje em dia, onde a maior luta é contra a pirataria, haja jogo de cintura pra agradar os fãs e ainda conseguir valorizar o trabalho árduo de fazer um álbum.
Resolvi listar algumas:
City And Colour (uma das bandas do coração), que recentemente lançou o 4º álbum “Little Hell” em CD, MP3 e também no formato vinyl.
Kaiser Chiefs, que tiveram a brilhante idéia de transformar o fã em produtor da banda.
MindFlow, que com o projeto 365 lançou 1 música por mês durante 1 ano e depois as reuniu em um CD físico.
Chico Buarque, que faz do fã um “sócio” que ao comprar o CD antecipado passa a ter acesso a vantagens que outros fãs não teriam.
Björk, que vai lançar seu sétimo álbum em 10 aplicativos de iPad (sim sim, isso mesmo!)
Radiohead, que lançou o álbum “In Rainbows” primeiro no formato digital para download e o usuário pagava quanto quisesse por ele.
Nine Inch Nails, que em 2005 lançou o álbum ” With Teeth” com algumas peculiaridades (típicas de Trent Reznor, um “guru” do music business) como: streaming no MySpace semanas antes do lançamento, encarte com URL para um PDF com letras e créditos do CD, a música “The Hand That Feeds” em formato para ser remixado pelo programa “Garage Band” e a “Only” que ganhou mais formatos como para o famoso programa “Pro Tools”
Flaming Lips, que estão lançando 4 músicas em um pen-drive. Até aí, OK! Maas, o pen-drive está dentro de um crânio feito de chiclete, ou seja, você vai precisar comer todo ele pra chegar até as músicas.
E não é só isso! (Polishop feelings) Os caras dizem que essa é só a primeira experiência de um projeto que pretende lançar uma música a cada mês em um objeto diferente.
E por aí vai…
Acho que o caminho é esse mesmo e arrisco dizer que quanto mais o fã participar do processo mais chance ele tem de ser fiel a banda e ao produto, pois é essa relação de proximidade que “fideliza” o fã e faz com que ele opte pelo produto original (com participação dele) do que pelo download do álbum.
Se lembrarem ou souberem de mais algum case que não foi listado aqui, por favor, deixem aqui nos comentários! ![]()











6 comentários
Andy (@milordandy) says:
jun 15, 2011
Ainda sou adepto do velho e bom “baixe em mp3 e guarde o $ do CD para ir em show da banda”. A margem de ganho deles é bem maior. Fora que, via mp3, conheci, virei fã, comprei cd’s originais e fui em shows de muitas bandas que me seriam anônimas sem a pirataria.
Mas, mantendo-me no tema do post, cito Rhapsody (atual Of Fire): pode baixar à vontade por aí, mas só com os discos originais você tem os encartes que contam as histórias das sagas, já que nem tudo tá nas lyrics.
PS – E vou vê-los no W.O.A.2011!
Patrícia says:
jun 15, 2011
É muito difícil fugir da pirataria, as bandas ganham mais $$ com os shows mesmo, algumas até disponibilizam as músicas em seus próprios sites. E quem é que não vai pensar: “Ah, todo mundo baixa, vou baixar também!”. Claro que nada como ter aquela coleção de cd’s da sua banda predileta na estante do seu quarto, os encartes e tudo mais. Mas não é todo mundo que pode bancar isso. Acaba que, estar na cadeira em frente ao seu pc, dar apenas um clique pra começar o download é muito mais “fácil” do que tirar o $$ da carteira pra comprar aquele cd que vc tanto quer mas sabe que vai doer mais tarde no seu bolso.
Alt of Ctrl says:
jun 15, 2011
Concordo com o que foi dito acima.
Por isso que vou aos shows que posso dos
artistas que mais curto.Como é o caso do
Rogério Skylab,não seria justo ter 8 cds em
mp3 e não marcar presença em mais um show do cara
amanhã no RJ.
Leandro Castro says:
jun 16, 2011
eu sou adepto dos caros cds originais.
lógico q baixo musicas mas tento comprar todos os discos dos quais gosto, alem de estar sempre nos shows q posso, como esse show maravilhoso que foi o do symphony x aki no RJ
Nick Ferreira says:
jun 16, 2011
Conhece o Pay with a Tweet? http://www.paywithatweet.com/
O selo Vigilante, da Deckdisc, lançou singles de suas bandas assim. Você trocava o mp3 por um tweet. Posteriormente, essas bandas lançaram seus EPs apenas nos formatos digital e vinil.
Stephanie (@stephanieCmello) says:
jun 20, 2011
Muito bom