Hoje vou falar sobre essa banda que me foi apresentada pelo queridíssimo @luisick (ex-Hope).
O Copeland é uma banda da Flórida e “nasceu” em 2001.
Lembro-me quando tava no meio da euforia e agitação de ir pra América pela primeira vez, ano passado, e o Sick veio e me disse “quando você tiver no avião escuta essa música”.
A música em questão era “I’m Safer on the Airplane” do Copeland.
Procurei a música, coloquei no iPod e como levo esse lance de música X sensações um pouco a sério, segurei a curiosidade e não escutei até estar no avião.
Em determinado momento da viagem, me lembrei dela e apertei o play. E PQP, literalmente soou como música para os meus ouvidos.

Sou meio suspeita quando se trata de banda com letras fodas, violão e vocal com feeling (vide minha paixonite aguda por City And Colour). Achei genial e guardei pra vida.
Maaaaas, não foi dessa vez que o Copeland entrou de vez na minha vida. A viagem passou, e a música ficou lá no meu iPod e hora ou outra dava o ar da graça quando eu me arriscava no shuffle e eu sempre pensava: “Cacete de agulha, preciso escutar pelo menos 1 CD inteiro do Copeland”.
As vezes acontece isso, não? Você é apresentado a uma banda, mas aquela não é a hora de você conhecê-la. E do nada, o santo simplesmente bate e aí ela começa a fazer TODO sentido na sua vida. Maluco, não? Eu particularmente piro nessas coisas ![]()
Enfim, um belo dia (depois de mais de 1 ano que escutei pela primeira vez) tomei vergonha na cara e peguei pra escutar o “Eat, Sleep, Repeat.” inteiro.
E foi amor a primeira ouvida.
Dali pra frente foi a busca pela discografia e horas e horas escutando aquelas letras que caiam nos meus ouvidos como se tivessem sido escritas para aquele momento da minha vida, junto com o instrumental que encaixava perfeitamente com tudo aquilo que estava sendo cantado com extremo feeling.
E vira e mexe é ainda com esse sentimento que me pego escutando Copeland vez e sempre dividindo espaço com o City And Colour principalmente nos dias cinzas.
Como nem tudo são flores, o Copeland entrou na minha vidalogo depois que decidiram não ser mais uma banda. Logo, fica aqui resgistrada a minha frustração de talvez morrer sem vê-los ao vivo.
Bom, a vida segue e a esperança fica.
Fica aqui a dica pra vocês escutarem o meu álbum predileto, o “In Motion”, que começa com a minha música predileta, ” No One Really Wins”.
E para o cover de “Black Hole Sun” do Soundgarden.



5 comentários
Leandro Castro says:
nov 6, 2011
Achei legal o som dos caras. Você curte muito mesmo essa vibe mais alternativa né? rsrsrs
Me lembra algumas pessoas. Quando puder, dá uma ouvida no The Reign of Kindo e no Thrice. Acho bem possivel de você já conhecer as duas mas a recomendação é pra galera toda também :p
Renata_brabo says:
nov 9, 2011
Sou Renata, de Belém. O Luís é um grande amigo e eu conheci Copeland por ele, também. Ótima banda.
Luis Sick says:
nov 18, 2011
Alê, eu demorei muito pra comentar aqui, pois com a correria do dia-a-dia as vezes nos sentimos meio deslocado e os sentimentos meio fora de ordem e por isso preferi esperar até que pudesse agradecer de inteiro coração. Quase sempre que apresento uma banda para alguém deposito muitas esperanças de que ela chegue a significar algo, mesmo que seja um música só pra um momento específico. Tenho uma mania de escutar músicas com ouvidos alheios, ou seja, posso me colocar no seu lugar com tudo o que (acho que) sei sobre você e sinto por você e ouvir a música com o seu ouvido. O engraçado é que sempre após indicar uma música pra alguém eu a escuto de novo mais ou menos na mesma hora que a pessoa para sentirmos as mesmas sensações ao mesmo tempo.
O mais engraçado é que desde que conheci a banda eu tentei “empurrar” para todo mundo ao meu redor e quase sempre a resposta era positiva, mas 5 minutos depois já nem sabiam o nome da banda e eu não conseguia entender como. Depois de algum tempo veio a seguinte lição: “toda arte é subjetiva”. Aquilo significava quase tudo pra mim, pois sentia uma grande ligação com as letras, com o timbre de voz, com todos os timbres em geral que são a pura perfeição e parecem acariciar meus ouvidos, os arranjos que tornam músicas harmonicamente simples em sinfonias e principalmente a alma do vocalista “Aaron Marsh” exposta ali que parecia ser gêmea da minha. Ainda faço questão de um dia poder conhecê-lo.
Acho que isso tudo faz sentido para nós que parecemos ter a mesma idade mental, que passamos por coisas parecidas e estamos interligados de uma forma espiritual e incluo nessa lista também o Lucas Silveira da Fresno que curte a banda a tanto tempo quanto eu, mas a diferença é que sou um completo desconhecido e ele até fez o nome Copeland girar um pouco no Brasil então acredito que existam mais algumas almas perdidas perambulando o Brasil afora.
Recomendo TODA a discografia da banda sem pular uma música e sempre percebendo o ano de produção de cada cd, pois cada um tem uma cara e uma época diferente. Ei Alê já ouviste o cd de versões “Know nothing stays the same”?
Obrigado pela citação no post, mas pra mim o que vale mesmo é que pela 1ª vez pude ter noção do estrago que fiz. Eu ainda ouço bastante, sempre que preciso me encontrar um pouco ou me encontro após ouvir acidentalmente, mas com certeza não é mais a febre que foi há uns anos, pois acho que marcou muito e também estou envelhecendo e escutando musica de velho, heheh.
Só espero que o Aaron não desista de cantar porque é uma das poucas bandas que posso dizer que sou fã.
Beijo Alê! (desculpa a redação)
Drinkify & Dia do Músico | Garotas Nerds says:
nov 23, 2011
[...] hoje o dia tá cinza e chuvoso do jeito que eu gosto, to escutando Copeland e o drink que deveria estar no lugar da minha xícara de café é o “The Copeland”: [...]
Felipe Weber says:
dez 14, 2011
Volta Copeland!