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Programa Login

Pulicado em 08 junho 2010 por Alessandra Koga

Era só mais uma manhã de terça-feira onde eu estava me preparando pra postar aqui quando me deparo com um email da Carol e um convite do Programa Login para representar o GN no programa de nº50 que falaria de “Orgulho Nerd“.

Deixei a vergonha de lado, pensei no bem maior e aceitei o desafio de representar todas as gurias do GN que fazem a coisa acontecer por aqui.

O programa foi no dia 4/6 e transmitido ao vivo pela TV Cultura.
Eu, a fofa da Cláudia do Nerdices, o Hessel do Omelete, e os apresentadores Fábio e Roberta batemos um bate papo super informal onde tentamos chegar à resposta da questão que não quer calar: “O que é ser nerd?


Foto: Rafael Fuzaro

Falamos de conceitos, moda, tecnologia, atitude e claro que teve o momento “Garotas Nerds” onde pude falar sobre a proposta do site e porque essas “nerds” aqui estão juntas escrevendo diariamente para vocês.

O programa pode ser visto na íntegra aqui e os blocos onde eu apareço aqui e aqui.

E depois do programa, rolou o Youlog,  um programa de 15 minutos no próprio site do Login onde ficamos batendo papo com o pessoal da internet e respondendo perguntas enviadas via Twitter e Facebook.
E lá eu falei mais um pouco sobre nerdice e “Garotas Nerds”, é só conferir aqui.

E rolou até um top3 coisas nerds! O meu foi:

1. Cubo Rubik

2. O Guia do Mochileiro das Galáxias

3. Star Wars e Senhor dos Anéis

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Uma cidade feliz. Será?

Pulicado em 04 maio 2010 por Amanda Ourofino

Há duas semanas teve início o novo seriado Happy Town, nos EUA. Com promessa de mistério, terror e suspense, posso dizer que até o momento, os dois primeiros episódios atingiram esse objetivo. Criado por Josh Appelbaum, Andre Nemec e Scott Rosenberg, a série conta a história de uma cidadezinha pacata do interior dos EUA que sofreu com uma série de sequestros, um ao ano, realizados pelo “Magic Man”, como ficou conhecido. Sua identidade nunca foi descoberta, e após 7 anos sem nenhum novo desaparecimento, um morador que todos acreditam ser o sequestrador é assassinado com requintes de crueldade. Além disso, uma nova garota chega à cidade, cheia de mistérios e ligações telefônicas suspeitas. Ainda, o xerife local parece sofrer de algum surto psicológico, que se revela assustador e inexplicável no segundo episódio.

Steven Weber, Sam Neill e Lauren German

A trama vem sendo tratada como a nova Twin Peaks, série de David Lynch do início dos anos 90, primeria sérire, na minha opinião, de real suspense e mistério. O antigo seriado conta a história da investigação pelo FBI do brutal assassinato da jovem Laura Palmer, na pequena e pacata cidade de Twin Peaks.

No elenco de Happy Town, Robert Wisdom, Natalie Brown, Joanna Douglas, Stephen McHattie, Steve Arbuckle, Jay Paulson, Abraham Benrubi, Peter Outerbridge, Warren Christie e Dan Petronijevic. Ainda, M. C. Gainey como o xerife Conroy e Geoff Stults como seu auxiliar e filho. Sam Neill faz Merritt Grieves, um dos personagens que mais me “assustou”, pois tem um ar de mistério, e de crueldade até, que o envolve.

Sam Neill como Merritt Grieves

Geoff Stults como Tommy Conroy

Na minha opinião, se o roteiro for bem estruturado, a série tem tudo para fazer muito sucesso. Basta dosar o suspense, o mistério e as explicações de forma a não deixar o espectador nem frustrado nem com muita raiva ou simplesmente sem entender nada.

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A verdade ainda está lá fora?

Pulicado em 30 março 2010 por Amanda Ourofino


Uma das primeiras séries que vi na vida foi Arquivo X. Todo aquele suspense, as teorias de conspiração, a possibilidade de vida fora da Terra me atraiu desde o início. Vi até o final – ou pelo menos até quando o agente Mulder sai da série – e pretendo ter todos os DVDs em breve.

Desde então, nenhuma série provocou em mim a mesma sensação. Sim, tenho as minhas preferidas – e quando vejo Arquivo X hoje eu nem acho tão fantástico assim – mas o sentimento de surpresa e ansiedade relacionado ao tema foi-se junto com o fim do seriado.

Então apareceu Fringe. Uma mistura de Arquivo X e Lost – sendo que a comparação a Lost me surgiu apenas alguns episódios depois do início. A série é um drama que explora a tênue linha entre a ficção científica e a realidade. Quando um acidente aéreo ocorre em Boston, matando todos os passageiros e a tripulação de forma chocante, a agente especial do FBI Olivia Dunham (Anna Torv) é chamada para investigar. Depois que seu parceiro, o agente especial John Scot, quase morre durante a investigação, Olivia procura desesperadamente por ajuda e acaba conhecendo o Dr. Walter Bishop (John Noble), considerado o Einstein da nossa geração. Só há um problema: Walter esteve internado em uma clínica psiquiátrica pelos últimos 17 anos e a única forma de questioná-lo é pedindo ajuda a Peter Bishop (Joshua Jackson), o estranho filho de Walter.

Joshua Jackson, ex-Dawson’s Creek, interpreta de maneira interessante o seu personagem, conseguindo desvincular-se do eterno Pacey. Já Anna Torv me pareceu um pouco clichê e canastrona no início, mas tem melhorado progressivamente. Impagável mesmo é John Noble e seu personagem “com um parafuso a menos”, que é menos maluco do que pensamos, e que proporciona boas risadas (e alguns apertos no coração).

Atualmente a série encontra-se no seu 15º episódio da segunda temporada, e retorna nos EUA nesta quinta-feira, transmitida pelo canal FOX.

Algumas curiosidades

-    J.J. Abrams confessou para a crítica de televisão que a idéia do roteiro de Fringe veio de várias fontes incluindo: as histórias de Michael Crichton, Arquivo X, Viagens Alucinantes e Além da imaginação;
-    No episódio piloto, mais ou menos aos 40 minutos, uma música da trilha sonora de Lost é usada;
-    O episódio piloto de Fringe foi um dos mais caros do mundo, custou em torno US$ 12 milhões de dólares (mesmo valor do piloto de Lost).

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Garotas Nerds no Caleidoscópio – TV Horizonte

Pulicado em 29 março 2010 por Amanda Magalhães

Nunca fui muito boa para falar em público. Sempre tremi, gaguejei e me embolei nas coisas que eu queria dizer. Desse jeito, o que acontecia é que eu nunca conseguia passar a mensagem que eu queria. É um problema sério e eu ja tentei de várias coisas pra melhorar. A que melhor deu resultado foi o teatro, que me ensinou a organizar melhor as idéias antes de abrir a boca pra falar. É. Nem sempre eu consigo colocar em prática tudo que aprendi e todas as técnicas que me foram passadas. Mas enfim…

Semana passada, a @paulinhabicalho entrou em contato com a Carol, pelo @garotasnerds querendo o meu contato para que eu pudesse participar do Caleidoscópio. O Caleidoscópio é um programa da TV Horizonte que trata de diversos assuntos, todos pelo ponto de vista dos jovens. A pauta do programa de hoje, que foi o que eu participei, eram os nerds.

A Paulinha me encontrou através do blog e achou muito bacana um por ser feito só por garotas que se consideram nerds e teve a idéia de colocar uma de nós no programa para nos representar. Foi aí que ela me chamou, a única mineirinha da equipe. :-)

Não vou mentir não, viu? Não foi fácil. Eu ainda fico nervosa demais quando se trata de falar em público. E com algumas câmeras apontadas pra você e sabendo que algumas milhares de pessoas estão te assistindo naquele exato momento (sim! o programa é AO VIVO!), a coisa não mudou muito de figura.

Fiquei um pouco tensa, gaguejei um pouquinho, mas acho até que consegui falar o que eu queria. Representar o gênero feminino nesse mundo nerd.

O programa não oferece o vídeo para assistir online, mas o reprisa. Para quem se interessar, é na TV Horizonte, na madrugada de terça feira, às 2:30 e depois às 7:45. E se não me engano, na madrugada da outra segunda, reprisa às 00:30.

Deixo registrado o meu MUITO obrigada à Paulinha e à Pollyanna (as meninas da produção do Caleidoscópio) pelo convite e oportunidade.

E quero deixar uma questão que elas me levantaram e eu não soube explicar. Quando se fala em nerd, logo pensamos na figura de um homem. Por que não se fala muito em mulheres nerds? Por que todo este estereótipo?

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“Já tentou desligar e ligar novamente?”

Pulicado em 21 junho 2009 por Camila

Quem trabalha na área de TI que nunca recomendou para alguém reiniciar o computador? Acho difícil ouvir um não.
Roy e Moss sabem bem o que é isso. Eles trabalham no suporte técnico no subsolo da Revnholm Industries, chefiados por Jen, uma gerente de TI que acredita que a internet é uma caixa.

Você pode conhecê-los na sitcom britânica The IT Crowd. O nome do programa é uma paródia à canção “The ‘In’ Crowd” (com a sigla “IT” significando tecnologia da informação em inglês) interpretada por Dobie Gray, enfatizando as diferenças entre as vidas dos personagens principais e as de uma elite popular e fashion, pois a série mostra de maneira muito engraçada a diferença do pessoal que trabalha nos outros andares da Revnholm com o departamento de TI, no subsolo.

Moss, embora seja muito inteligente, tem dificuldade de se comunicar com o que não possui teclado (em um episódio, o escritório está pegando fogo e ele envia um e-mail para os bombeiros…) e seu colega Roy é sorridente, mas ao mesmo tempo possui uma personalidade que o distancia das pessoas normais. E Jen tenta integrar esses dois geeks ao resto da empresa tentando mostrar o que é trabalho em equipe.

E não dá para não lembrar da sitcom americana The Big Bang Theory. Assim como os garotos do The Big Bang Theory, Moss e Roy, estão sempre tentando, mesmo sem sucesso, se dar bem com as mulheres.

Particularmente, eu acho que eles garantem mais risadas que The Big Bang Theory. O humor britânico é fantástico.

O última temporada da série foi exibida na em dezembro de 2008 pelo Channel 4 e eu não tive notícias de canais brasileiros que estejam exibindo ou que exibiram (alguém sabe?).

Ah! Eu não poderia deixar de falar, a abertura é fantástica:

Fica a dica.

10 Referências Geek em The IT Crowd
Blog do criador do seriado

The IT Crowd explica a Internet (um dos meus episódios favoritos…the internet box)

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E24

Pulicado em 19 abril 2009 por Carolina Türck

Quem não lembra da famosa série Plantão Médico que foi exibida aqui no Brasil por algumas emissoras de canal aberto como Globo e SBT?
Para os que acompanharam a série de cabo a rabo conhecem como ER e duvido que tenham esquecido do Dr. Doug Ross interpretado por George Clooney.
A série começou em 1994/1995 e durou até 2008/2009 com 15º temporadas!

E para os órfãos de ER, Plantão Médico ou Serviço de Urgência, como chamavam em Portugal, já cansados de comprar, alugar, baixar e rever as temporadas a Bandeirantes com a mesma produtora do CQC, Cuatro Cabezas, estreou nessa terça-feira (14/04) o reality show – E24 que retrata o dia a dia de hospitais e resgates do Corpo de Bombeiros.
O modelo de E24 é sucesso na Itália, Espanha, Chile e Argentina.
Diferente de Plantão Médico em E24 nada é fictício, os médicos não são atores e as câmeras passeiam desenfreadamente pelo transito de São Paulo atrás de vítimas ou de hospital em hospital, procurando novos feridos e novas cirurgias. É tudo real e a produção está impecável o suficiente para te fazer entrar na história de cada ferido, cada paciente e torcer por um desfecho positivo.

Já surgem boatos que algumas autoridades ligadas à saúde e segurança pública (existe?) estariam pressionando a emissora Bandeirantes para o cancelamento do reality show. Nos interiores da Band o boato é outro: que por trás de tudo podem estar os interesses de outras concorrentes. Que na minha opinião é o mais provável.

Bom, aos que assistiram o primeiro episódio, não se preocupem, já existem 24 gravações prontas. E os que não assistiram e são fãs de séries do tipo, o programa é exibido toda terça-feira, às 22:30.

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