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Premiados do Emmy 2010

Pulicado em 02 setembro 2010 por Amanda Ourofino

Vídeo de abertura da cerimônia de premiação Emmy 2010

Eis que aconteceu a famosa premiação. Demorada. E acompanhada pelo twitter. Acho que uma das grandes vantagens do twitter – e da internet, ultimamente – é justamente poder saber o que acontece quase que instantaneamente.  Com a minha televisão na assistência técnica, acompanhei o evento pelo twitter e pelos sites dos programas que o transmitiram. E, honestamente, foi quase a mesma coisa.

Os twitteres que melhor me transmitiram o evento foram @TheMusicDude e @Fer_Furquim, mas até amigos fizeram comentários. Vale a pena dar uma olhada na timeline desses dois, que sempre postam notícias sobre seriados. Para ter acesso aos comentários sobre o evento, basta buscar no twitter o termo #emmy ou #emmy2010.

E os ganhadores foram:

  • Série Dramática – “Mad Men”
  • Série Cômica – “Modern Family”
  • Minissérie – “The Pacific”
  • Ator de Série Dramática – Bryan Cranston por “Breaking Bad”
  • Atriz de Série Dramática – Kyra Sedgwick por “The Closer”
  • Ator de Série Cômica – Jim Parsons por “The Big Bang Theory”
  • Atriz de Série Cômica – Edie Falco por “Nurse Jackie”
  • Ator Coadjuvante de Série Dramática – Aaron Paul por “Breaking Bad”
  • Atriz Coadjuvante de Série Dramática – Archie Panjabi por “The Good Wife”
  • Ator Coadjuvante em Série Cômica – Eric Stonestreet por “Modern Family”
  • Atriz Coadjuvante em Série Cômica – Jane Lynch por “Glee”
  • Diretor de Série Dramática – Steve Shill por “Dexter”
  • Diretor de Série Cômica – Ryan Murphy por “Glee”
  • Roteirista de Série Dramática – Matthew Weiner e Robin Veith por “Mad Men”
  • Roteirista de Séries Cômica – Steven Levitan e Christopher Lloyd por “Modern Family”
  • Ator de Telefilme ou Minissérie – Al Pacino por “You Don’t Know Jack”
  • Atriz de Telefilme ou Minissérie – Claire Danes por “Temple Grandin”
  • Ator Coadjuvante em Telefilme ou Minissérie – David Strathairn por “Temple Grandin”
  • Atriz Coadjuvante em Telefilme ou Minissérie – Julia Ormond por “Temple Grandin”
  • Diretor de Telefilme ou Minissérie – Mick Jackson por “Temple Grandin”
  • Roteirista de Telefilme ou Minissérie – Adam Mazer por “You Don’t Know Jack”

Jim Parsons

Kyra Sedgwick

“Temple Grandin”, filme feito somente para a TV, foi o grande ganhador da noite, levando 5 prêmios. Não sei se a produção chega ao Brasil, talvez apenas em DVD ou na TV a cabo. Ele conta a história de uma mulher autista que se torna cientista.

Em meio às séries, a distribuição de prêmios foi equilibrada. “Mad Men” ganhou por Melhor Série Dramática pelo terceiro ano consecutivo – começando a trilhar um caminho que lembra o da série “A Família Soprano” – e a Melhor Série de Comédia ficou para “Modern Family”, ao invés da ganhadora por 3 anos consecutivos, “30 Rock”. A Melhor Minissérie ficou para “The Pacific”, o que já era esperado.

Tina Fey no tapete vermelho

Entre os atores e atrizes, a grande surpresa ficou para Kyra Sedgwick (“The Closer”), que levou o prêmio por Melhor Atriz em Série Dramática, desbancando favoritas como Julianna Marguiles (“The Good Wife”) e Glenn Close (“Damages”). Pelo menos “The Good Wife” levou o de Melhor Atriz Coadjuvante Dramática, pra não sair de mãos abanando. “Breaking Bad” levou os dois prêmios para atores de Série Dramática e o melhor Ator de Série Cômica ficou para Jim Parsons, de “The Big Bang Theory” – prêmio bem merecido, na minha opinião.

Edie Falco, de “Nurse Jackie”, ganhou o Emmy de Melhor Atriz de Série Cômica, sendo que ela já tinha ganhado 3 estatuetas como Melhor Atriz de Série Dramática por “A Família Soprano”. Ao longo da história, apenas dois atores conseguiram reconhecimento tanto na categoria Dramática como na Cômica: Carroll O’Connor, por “Tudo em Família” (anos 70) e por “In the Heat of the Night”, (anos 80); e Robert Young, por “Papai Sabe Tudo”, (anos 50) e por “Marcus Welby” (anos 70). Uma conquista e tanto! Ao ganhar o prêmio, a atriz disse que considerava o prêmio um erro por se enquadra na categoria Dramática, e não Cômica. Será que está na hora de se criar uma nova categoria de séries?

Jane Lynch

Os pontos altos da noite ficaram com Ricky Gervais, que fez um trabalho cômico sensacional ao abusar da sua liberdade como apresentador de uma categoria apenas, e com George Clooney, que ao receber o prêmio Bob Hope por seu trabalho humanitário disse palavras sábias. Segundo ele, “é importante lembrar o bem que se pode fazer, porque vivemos em uma época estranha, em que o comportamento negativo recebe toda a atenção da imprensa enquanto que as pessoas que realmente precisam receber atenção não conseguem nenhuma” (tradução de Fernanda Furquim no blog Temporadas). Concordo em gênero, número e grau com o ator.

Como evento da área de entretenimento, o Emmy deixou muito a desejar quando fez uso excessivo de videoclipes ao invés de aproveitar o talento de todos os artistas convidados para participar do programa. Faltou bastante criatividade na cerimônia. E espetáculo. No sentido literal do termo.

Elenco de True Blood na platéia do evento

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Emmy Awards 2010

Pulicado em 27 agosto 2010 por Amanda Ourofino

O “oscar” da TV americana, Emmy Awards, acontecerá no próximo dia 29, domingo, em Los Angeles, e premiará as nossas queridas séries.

O prêmio teve sua primeira cerimônia realizada em janeiro de 1949, em Hollyood. O nome foi uma feminização da palavra “immy”, usada para designar os tubos de imagem que eram encontrados nas primeiras televisões.  A primeira pessoa premiada nesse evento foi Shirley Dinsdale.

A estatueta foi criada pelo engenheiro Louis MacManus, que usou sua esposa como modelo, e representa a arte e a ciência na televisão com uma mulher segurando um átomo.

Nesse ano, a apresentação do evento ficará a cargo de Tina Fey (30 Rock) e Stephen Colbert (Colbert Report), e participarão Ricky Gervais, Sofia Vergara e Laurence Fishboure, entre outros. George Clooney aparece como homenageado do prêmio Bob Hope Humanitarian Award (homenagem ao comediante que morreu em 2003), que premia celebridades engajadas socialmente. Clooney participou do programa de TV especial “Hope for Haiti” para ajudar na reconstrução do país devastado por um terremoto, ajudou a angariar fundos para as vítimas do furacão Katrina e esforça-se para ajudar a conscientizar a população sobre o genocídio em Darfur, no Sudão. Esse prêmio já foi dado para Oprah Winfrey e Bill Cosby.

Tina Fey

Stephen Colbert

As aposta desse ano recaem principalmente sobre Glee, a favorita das apostas e indicada em 19 categorias, incluindo a de Melhor Série de Comédia, Melhor Ator e Atriz e Melhor Ator e Atriz Coadjuvante. Mad Men concorre a 17 categorias, mas a líder é a minissérie The Pacific – dirigida por Steven Spielberg e Tom Hanks – com 24 indicações.

No Brasil, o canal a cabo Sony transmite a cerimônia ao vivo, sem tradução simultânea, com direito a reprise legendada no sábado seguinte à entrega dos Emmys.

E os indicados são:

Melhor Série de Drama

  • Breaking Bad
  • Dexter
  • The Good Wife
  • Lost
  • Mad Men
  • True Blood

Melhor Série de Comédia

  • Curb Your Enthusiasm
  • Glee
  • Modern Family
  • Nurse Jackie
  • The Office
  • 30 Rock

Melhor Minissérie

  • The Pacific
  • Return to Cranford

Melhor Ator de Drama

  • Bryan Cranston, de Breaking Bad
  • Kyle Chandler, de Friday Night Lights
  • Matthew Fox, de Lost
  • Michael C. Hall, de Dexter
  • Jon Hamm, de Mad Men
  • Hugh Laurie, de House

Melhor Ator de Comédia

  • Alec Baldwin, de 30 Rock
  • Steve Carell, de The Office
  • Larry David, de Curb Your Enthusiasm
  • Matthew Morrison, de Glee
  • Jim Parsons, de Big Bang Theory
  • Tony Shalhoub, de Monk

Melhor Atriz de Drama

  • Connie Britton, de Friday Night Lights
  • Glenn Close, de Damages
  • Kyra Sedgwick de The Closer
  • January Jones, de Mad Men
  • Julianna Marguilies, de The Good Wife
  • Mariska Hargitay, de Law & Order: Special Victims Unit

Melhor Atriz de Comédia

  • Toni Colette, de The United States of Tara
  • Edie Falco, de Nurse Jackie
  • Tina Fey, de 30 Rock
  • Julia Louis-Dreyfus, de The New Adventures of Old Christine
  • Lea Michele, de Glee
  • Amy Poehler, de Parks and Recreation

Melhor Ator Coadjuvante de Drama

  • Aaron Paul, de Breaking Bad
  • Martin Short, de Damages
  • Terry O’Quinn, de Lost
  • Michael Emerson, de Lost
  • John Slattery, de Mad Men
  • Andre Braugher, de Men of a Certain Age

Melhor Ator Coadjuvante de Comédia

  • Chris Colfer, de Glee
  • Neil Patrick Harris, de How I Met Your Mother
  • Jesse Tyler Ferguson, de Modern Family
  • Eric Stonestreet, de Modern Family
  • Ty Burrell, de Modern Family
  • Jon Cryer, de Two and a Half Men

Melhor Atriz Coadjuvante de Drama

  • Sharon Gless, de Burn Notice
  • Rose Byrne, de Damages
  • Archie Panjabi, de The Good Wife
  • Christine Baranski, de The Good Wife
  • Christina Hendricks, de Mad Men

Melhor Atriz Coadjuvante de Comédia

  • Jane Lynch, de Glee
  • Julie Bowen, de Modern Family
  • Sofia Vergara, de Modern Family
  • Kristen Wiig, de Saturday Night Live
  • Jane Krakowski, de 30 Rock
  • Holland Taylor, de Two and a Half Men

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Sherlock e BBC

Pulicado em 20 agosto 2010 por Amanda Ourofino

Sempre fui uma pessoa dos livros. Lembro de brincar entre as caixas de papelão que ficavam espalhadas pelo sebo de livros do meu pai quando eu era pequena, e acho que viver entre os livros me influenciou demais. Até o dia em que eu comecei a ver seriados. O primeiro foi Arquivo X, e em seguida a lista foi só aumentando. Mas voltando aos livros, lembro de ler meu primeiro romance policial aos 10 anos – O Caso da Borboleta Atíria, de Lúcia Machado de Almeida, da Editora Ática: Coleção Vagalume – e desde então minha paixão por esse gênero só aumentou.

Um belo dia descobri o que pra mim foi a maior descoberta de todas: Sherlock Holmes. Sim, a partir do momento em que li o primeiro livro – Um Estudo em Vermelho, como não podia deixar de ser – nunca mais achei graça em outro detetive. E quando descobri que haviam feito um filme a respeito, anos mais tarde, fiquei enlouquecida. Na época, o título era O Jovem Sherlock Holmes e passava na sessão da tarde, na Globo. (Risos)

Ao longo dos anos foram mais de 10 séries ou minisséries produzidas com base no personagem da literatura inglesa,  além de adaptações que vão de Columbo à The Mentalist, trazendo personagens que utilizam o raciocínio lógico para solucionar crimes. Também existiram ao longo dos anos vários filmes para a TV e episódios de séries que apresentaram o personagem. Entre os atores que interpretaram Sherlock Holmes estão Leonard Nimoy, Larry Hagman, Christopher Plummer, Frank Langella e Roger Moore. E o longa-metragem com Robert Downey Jr., claro.

No dia 25 de julho último foi lançada a série (ou minissérie, como alguns preferem chamar) produzida pela BBC que mostra Sherlock Holmes e seu fiel escudeiro Dr. Watson vivendo na Londres dos dias de hoje. Toda a tecnologia atual é usada pelos protagonistas, sendo mantida a essência da história original: a capacidade dedutiva de Holmes e sua qualidade antisocial, os pesadelos com guerra de Watson e sua fidelidade a Holmes. Essa produção da Hartswood Films para a BBC é uma versão de Stephen Moffat e Mark Gatiss, e traz Martin Freeman e Benedict Cumberbatch nos papéis principais. As histórias não são exatamente como o original de Conan Doyle, mas preservam as características e a própria resolução dos casos. Em um dos episódios, chegam a misturar mais de uma trama do clássico da literatura.

Inicialmente foram pensados 4 episódios de 90 minutos cada, mas o descontentamento da BBC – que solicitou mudanças de situações e abordagens para as histórias seguintes – com o episódio piloto, apenas 3 foram exibidos, o que trouxe uma audiência de 7.3 milhoes de telespectadores apesar de tudo. Finalizando a temporada com uma situação em aberto para ser concluída, a BBC já anunciou pra 2011 uma segunda temporada. Pelo menos cinco países já compraram a série: Holanda, Noruega, Bélgica, Dinamarca e Austrália.

Sir Arthur Ignatius Conan Doyle, DL (1859 – 1930) foi um escritor e médico britânico, mundialmente famoso por suas 60 histórias sobre o detetive Sherlock Holmes, consideradas uma grande inovação no campo da literatura criminal. Foi um escritor habilidoso, cujos trabalhos incluem histórias de ficção científica, novelas históricas, peças e romances, poesias e obras de não-ficção. Em novembro de 1891, ele escreveu para sua mãe: “Acho que vou assassinar Holmes… e lhe dar fim de uma vez por todas. Ele priva minha mente de coisas melhores.”. Sua mãe respondeu, dizendo, “Faça o que achar melhor, mas o público não aceitará essa atitude em silêncio.”. Em dezembro de 1893, ele fez o que pretendia para dedicar mais tempo a obras que ele considerava mais “importantes” – os seus livros históricos.

Holmes e Moriarty aparentemente mergulharam às suas mortes nas Cataratas de Reichenbach na história The Final Problem. A manifestação de desagrado do público fez com que o escritor trouxesse o personagem de volta; ele retornou na história A Casa Vazia, com a explicação de que apenas Moriarty havia caído, mas como Holmes tinha outros inimigos perigosos, especialmente o Coronel Sebastian Moran, ele fingiu estar “temporariamente” morto. Com isso, Holmes apareceu em um total de 56 pequenas histórias e quatro livros, escritos por Conan Doyle (ele apareceu em vários livros e histórias por outros autores). Atualmente, é possível comprar coletâneas com a obra completa do escritor.

Trailer da série da BBC

Após a guerra bôer, que ocorreu na virada do século XX na África do Sul, e o escárnio vindo de todo o mundo por causa da conduta do Reino Unido, Conan Doyle escreveu um pequeno panfleto intitulado A Guerra na África do Sul: Causa e Conduta, justificando o papel do Reino Unido nessa guerra. O panfleto foi traduzido para vários idiomas. Em 1900, ele escreveu algo maior, um livro com o título de A Grande Guerra Bôer. Conan Doyle acreditava ter sido por causa deste panfleto a sua condecoração com o título de cavaleiro em 1902 e indicação como deputado-tenente de Surrey. Nos primeiros anos do século XX, Sir Arthur tentou entrar para o Parlamento como um membro da União Liberal duas vezes, uma em Edimburgo e outra em Hawick Burghs, mas, embora tenha recebido uma quantidade respeitável de votos, não conseguiu ser eleito.

Vídeo dos bastidores da nova série da BBC.

*Foram usados como fontes de pesquisa a Wikipedia e o Temporadas.

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Leilão oficial de Lost

Pulicado em 14 agosto 2010 por Carolina Türck

Lost deixou muitos  órfãos da série…

E pensando em lucrar ainda mais neles os produtores e diretores resolveram organizar um leilão (que acontece 21 e 22 de Agosto, em Santa Mônica, CA) com vários objetos da série!

Já se imaginou bebendo uma garrafinha de água Dharma? Ou passeando pela casa com o roupão que Hugo usava no Hospital Psiquiátrico? E assistindo os vídeos da Dharma?

No site do leilão encontramos desde as cadeiras que os atores usavam no set até as roupas que foram utilizadas na série!

Os interessados precisam desembolsar de $200.00 por fotos e objetos mais baratos até $12.000 na famosa Kombi Dharma ou $25.000 no Chevrolet Camaro vermelho que Hurley dirigia.

Alimentos Dharma

Cadeiras usadas por Locke, Kate e Hurley

Destroços 815

Passaporte Kate e foto (impressa) policial, Passaporte Hurley, Embarque Oceanic Locke, Alcorão Sayd e ficha investigação CIA, Fotos Nadia

Óculos Sawyer, Caixa de leite com anúncio desaparecimento Walt, Foto Desmond e Penny, "Cajado" Eko, Ben como Henry Gale e CD's da Drive Shaft

Vídeos e cadernos iniciação Dharma, Kit de orientação iniciação Dharma, Impressora estação Pearl, Computador estação Swan, Porta escoltilha estação Swan após explosão.

O famoso caixão...

Cadeira de Rodas Locke

Telefone via satélite Naomi, Placa de licença Jack, Algemas Kate, Console cerca sônica Dharma, Óculos Ben, Raquetes e bolas de Ping Pong Hurley e Sawyer

Roupa Hurley Hospital Psiquiátrico, Roupa Miles, Macacão e Kit Daniel Faraday

Caixa Michael, Cartão Charles Widmore, Detector de Fantasmas Miles, Falsa Caixa Preta 815, Case Hurley

Objetos Diversos Dharma

Fotos Recrutas Iniciativa Dharma 1977

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Comic-Con 2010

Pulicado em 12 agosto 2010 por Amanda Ourofino

Aconteceu entre os dias 22 e 25 de julho a Comic-Con 2010, em San Diego, EUA. A convenção já é tradicional e recebeu cerca de 125 mil pessoas. Os organizadores do evento cogitam a sua transferência para Los Angeles, dado que a quantidade de pessoas que o freqüentam está ficando maior do que o que eles conseguem comportar, ou então eles irão fazer dois eventos: um para os quadrinhos e outro para as séries de TV.

Do lado de fora da Comic-Con 2010

Dentro do pavilhão onde é realizada a convenção.

Esse tipo de feira existe às dezenas nos Estados Unidos, e a indústria do entretenimento aproveita para vender produtos nas bancas, fazer leilões de colecionáveis e concursos de fantasias. A Comic-Con, especificamente, surgiu em 1970, criada por fãs de quadrinhos que queriam reunir mais fãs e os autores e artistas das HQ’s, promovendo painéis e oficinas. De 145 participantes no primeiro evento passou a 5 mil pessoas no final da década de 70. Ao longo dos anos, filmes e programas de TV com temáticas de ficção científica ou adaptação de quadrinhos passaram a fazer parte da convenção. A participação de Lost em 2004 – e o retorno que a série teve em termos de publicidade – fez com queoutros produtores de séries passassem a querer integrar o evento, que hoje reúne praticamente todas as séries de sucesso no ar na TV americana, mesmo algumas que não trazem nada de ficção científica ou sobre quadrinhos em seu conteúdo.

Elenco de “The Big Bang Theory”; Elenco de “Chuck” no palco do painel; Elenco de “Dexter” no seu painel.

Elenco de “Fringe”; “Glee”; “True Blood” com a foto do colega que não pode ir ao evento.

E o que são esses famosos painéis? São uma apresentação da série, com os atores, produtores e diretores, sendo que geralmente eles levam um trailer ou alguma novidade só para o evento e para os fãs ali presentes. Além disso, os microfones são abertos para perguntas. Tivemos painéis das séries: “Os Mortos Vivos/The Walking Dead”, nova produção do AMC com base em histórias em quadrinhos;  “Caprica”, “Castle”, “Community”, “It’s Always Sunny in Philadelphia”, “Sons of Anarchy”, “The Big Bang Theory”, “Bones”, “Burn Notice”, “The Cape”, “Chuck”, “Dexter”, “Eureka”, “The Event”, “Fringe”, “Glee”, “Havaí 5-0″, “Human Target”, “Nikita”, “No Ordinary Family”, “Nurse Jackie”, “Psych”, “Smallville”, “Spartacus”, “Supernatural”, “Terra Nova”, “True Blood”, “V”, “The Vampire Diaries”, “White Collar”, as séries animadas “Robot Chicken”, “Futurama”, “Archer”, “American Dad”, “The Cleveland Show”, “Uma Família da Pesada”, “Os Simpsons”, “Bob’s Burgers”; e as inglesas “Being Human” e “Look Around You”.

O que eu acho uma pena é não termos esse tipo de evento no Brasil. As únicas coisas que eu vi parecidas com isso são as feiras de mangás e quadrinhos, como a Anime Friends, em São Paulo, sendo que eu nem sei muito a respeito para dar informações completas. Em outros tempos, o culto à Jornada Nas Estrelas conseguiu dar fruto a algumas convenções como a Frota Estelar Brasil e a do grupo JETCOM. O JediCon, dos fãs de Guerra nas Estrelas, acontece atualmente, mas mesmo assim com pouca visibilidade. Na minha opinião pessoal, nem a indústria brasileira de entretenimento descobriu esse mercado, e nem a indústria americana, pois se tivessem descoberto saberiam do nosso potencial de abarcar esse tipo de evento. Basta ver como somos consumidores desse tipo de produto, inclusive pela internet – já que nem tudo vem para o Brasil.

Para cobertura completa do evento, clique aqui.

Site oficial da Comic-Con 2010, clique aqui.

Os dados numéricos foram todos retirados do blog Temporadas.

As imagens desse post foram encontradas através do google imagens e de sites de cobertura do evento (fotos de divulgação).

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Mid Season 2010

Pulicado em 05 agosto 2010 por Amanda Ourofino

Agora é tempo de midseason. Para quem não sabe, as midseasons são as séries que ficam no ar enquanto aquelas de maior prestígio e audiência – da fall season – estão esperando a estréia, foram canceladas ou colocadas em hiato, para retornarem a partir de setembro (outono no hemisfério norte). Podemos dizer que a midseason é a série fora de época. Essas séries geralmente são novas, e as que conseguem uma boa audiência ganham novas temporadas para os próximos midseasons ou até status de série de “gente grande”, indo parar na fall season em alguns casos.

Vamos a algumas séries estreantes nesse midseason:

Are We There Yet?

Lembra do filme “Querem Acabar Comigo”? Pois a produção de 2005 foi transformada em série de TV que estreou pelo canal TBS americano no dia 2 de junho.

Na história do filme, Nick, um solteirão convicto, tenta impressionar Suzanne, uma divorciada que tem dois filhos. Na véspera de ano novo ele se propõe a buscar seus dois filhos que estão nos EUA para passar a virada do ano com a mãe que está trabalhando no Canadá. Mas as crianças não gostam da idéia e passam a viagem toda infernizando a vida de Nick.

A série dá continuidade à história do filme. Nick, que agora será interpretado por Terry Crews, o pai da família de “Todo Mundo Odeia o Chris/Everybody Hates Chris”, está casado com Suzanne (Essence Atkins, de “Smart Guy”), uma organizadora de eventos. Tendo assumido os filhos da esposa, Lindsey (Teala Dunn), de 14 anos, e Kevin (Coy Stewart), de 10 anos, Terry precisa aprender a lidar com o fato de que agora é marido e pai instantâneo. Enquanto os filhos se dedicam aos prazeres das novas tecnologias, Nick passa por dificuldades em, também, se adaptar com sua nova vida profissional. Ele vendeu sua loja de artigos esportivos e agora trabalha em uma empresa de informática.

No elenco ainda estão a mãe de Nick, interpretada por Telma Hopkins, de “Family Matters”, spinoff de “Primo Cruzado”; ela não aceitou o casamento do filho, nem tão pouco o fato de ser avó postiça. Keesha Sharp (“Girlfriends”) é Gigi, a melhor amiga de Suzanne, que adora a boa vida; e Christian Finnegan é Martin, o melhor amigo de Nick, proprietário de uma loja de souvenirs esportivos. Ice Cube será o irmão de Suzanne que trabalha como oficial da SWAT.

Justified

Na série, o ator Timothy Olyphant (Deadwood e segunda temporada de Damages) dá vida a um delegado bastante antiquado, que mais parece um xerife do velho oeste pelo modo que se veste (botas e chapéu de cowboy) e pela forma como lida com criminosos (ele só atira se for pra matar!).
Enviado de volta para sua cidade natal, no interior de Kentucky, depois que seus superiores ficaram incomodados com sua forma peculiar de fazer justiça, Raylan volta “pra casa” botando ordem no lugar e lidando com as consequências do passado.

Persons Unknown

Criada pelo vencedor do Oscar do filme “O Suspeito”, Christopher McQuarrie, e como produtor Remi Aubuchon (24 Horas, Caprica), Persons Unknown conta a história de 7 pessoas que são sequestradas e acabam em uma cidade deserta, em que são controladas 24 horas por câmeras em uma espécie de jogo.

OPINIÃO: Não se sabe ainda se é uma minissérie, como foi anunciado primeiramente, ou se uma série normal. O produtor disse que pode haver uma segunda temporada, mas que todas as respostas serão dadas nessa primeira leva de episódios. Acho a trama interessante e o suspense consegue prender bastante. Tem uma coisa de 1984 de George Orwell, de Big Brother, e um forte ingrediente de conspiração. Espero que não decepcione como Happy Town.

Pretty Litlle Liars

A série é baseada em uma em livros de sucesso, escritos por Sara Shepard, que conta com oito publicações. A história gira em torno de 4 meninas, Spencer (Troian Bellisario), Hanna (Ashley Benson), Aria (Lucy Hale) e Emily (Shay Mitchell) que se tornam amigas de Alison, a garota mais popular da escola. As cinco se tornam amigas inseparáveis e elas escondem um segredo em comum e outros apenas conhecidos por Alison, que se revelados, implicará a todas.

Em um dia normal, Alison simplesmente desaparece e por causa destes segredos nenhuma delas fica realmente sentida com a perda. As quatro demais amigas vão lentamente se afastando, pois Alison era a “cola” que as mantinham juntas. Um ano depois, cada uma das quatro amigas tem coisas diferentes acontecendo em suas vidas, assim como novos segredos que elas escondem de todos: Aria volta da Islândia e mantém uma relação com um de seus professores; Hanna passa o tempo roubando peças de roupas e acessórios em lojas famosas; Spencer mantém um caso com o namorado da irmã e Emily se descobre atraída por outra colega de classe. As quatro voltam a se aproximar quando começam a receber recados, emails, mensagens no celular de alguém que vê tudo, sabe de tudo e que se identifica apenas como “A”.

OPINIÃO: Achei uma mistura de Gossip Girl com Eu sei o que vocês fizeram no verão passado. Em alguns momentos parecem apenas coisinha de adolescente problemático, e em outros um suspense genuíno. Acho que se for levada no ritmo que está, sem degringolar o mistério, a série pode ser um futuro brilhante.

Pulse

A história de Pulse mescla terror, ficção, suspense, drama médico e conspiração, situada no fictício hospital St. Timothy, onde os médicos mais proeminentes do país fizeram seus treinamentos. Mas, por trás do aparente verniz e formalidades médicas, esconde-se uma prática experimental que força os limites da ciência.

Rookie Blue

Um grupo de 5 recém formados policiais cai de cara nas ruas da cidade e descobrem que nem a melhor preparação os deixa prontos para enfrentarem os problemas que terão no dia-a-dia. Além disso, a série promete explorar os dramas pessoas de cada personagem.

OPINIÃO: Achei uma série policial bem diferente, que mostra outro aspectos da vida dos profissionais dessa área. Gostei da escolha dos atores, e até agora senti uma boa consistência nos episódios. Tem homens e mulheres bonitos, e mostra também, aos poucos, a vida íntima dos personagens. A palavra rookie do título faz alusão ao nome que os policiais veteranos usam para chamar os novatos. Vale a pena!

The Hard Times of RJ Berger

A série apresenta um garoto de 15 anos, RJ (Paul Iacono), que tem dificuldades em conseguir se relacionar com os colegas de escola. Seu único amigo é Miles (Jareb Dauplaise). RJ é constantemente assediado por Lily (Kara Taitz), mas é apaixonado por Jenny (Amber Lancaster). Enquanto tenta descobrir seu lugar no mundo, RJ se torna alvo de chacota de Max (Jayson Blair). Mas, em um momento de descuido, RJ se torna o astro da escola. Sua fama está escondida nas calças.

OPINIÃO: Cheguei a ver um episódio, e, apesar de ter achado engraçado, no momento não faz meu tipo de série. Recomendo para quem gosta de série adolescente, com palavrões, sexo e humor.

The Good Guys (ex-”Code 58″ e ex-”Jack and Dan”)

Do mesmo escritor de Burn Notice. Segundo consta foram feitos 13 episódios, E se forem bem, poderá haver continuação. Jack (Bradley Whitford) é um ambicioso, detetive certinho, cujo hábito de comprometer-se e ser correto, deixou-o em uma posição de beco sem saída com o Departamento de Polícia de Dallas. Seu companheiro Dan (Colin Hanks), um bêbado, policial lascivo está trabalhando somente por causa de um ato heróico ocorrido anos antes.

Neighbors From Hell

A animação tem 10 episódios iniciais encomendados. Na história, Satã descobre que a empresa Petromundo, um grande conglomerado global, construiu uma super furadeira que poderá passar pelo centro da Terra, chegando ao Inferno.

Ele então decide enviar um de seus demônios à Terra com a missão de destruir a furadeira. O escolhido é Balthazar, um torturador incompetente, mas com um profundo conhecimento sobre a natureza humana, graças às centenas de horas que ele passou em frente à TV assistindo às sitcoms clássicas.
 Assim, Balthazar, sua esposa Tina, seus dois filhos, Mandy e Josh, o cachorro Pazuzu e o tio Vlaartark chegam à Terra com o objetivo de se passarem por uma típica família americana vivendo no subúrbio. Sua missão: parecer normal, se enquadrar no meio, destruir a furadeira, salvar o inferno e voltar para a casa. Mas, Balthazar desenvolve um estranho afeto pelos seres humanos, o que o coloca em um dilema: como cumprir sua missão e ao mesmo tempo continuar vivendo entre os humanos?

Enquanto isso, os demais membros da família descobrem que o comportamento dos seres humanos pode ser pior que o dos demônios.
 No elenco de vozes estão will Sasso, Molly Shannon, David Soren, Tracey Fairaway, Patton Oswalt, Kyle McCulloch, Kurtwood Smith e Dina Walters, entre outros.

OPINIÃO: Não vi nenhum episódio, mas ouvi muito comentários bons a respeito da animação. Acho que pra quem gosta de desenho – eu mesma adoro – vale a pena ver pra ver se é bom.

Unnatural History

No dia 13 de junho o Cartoon Network americano estreou “Unnatural History”, divulgada como a primeira série não animada do canal. Voltada para o público juvenil, a história gira em torno do adolescente Henry (Kevin G. Schimdt), filho de um antropólogo, com quem viajou à vários países, explorando o passado da humanidade. A convivência com o pai e seu trabalho levaram Henry a desenvolver seu olhar e raciocínio para a observação de detalhes, bem como aprender artes marciais. Quando seus pais decidem que já chegou a hora de Henry ter uma vida normal convivendo com pessoas da sua idade, eles o enviam para os EUA onde o rapaz passa a viver com o tio Bryan (Martin Donovan), pai de Jasper (Jordan Gavaris).

Em Washington, Henry passa a frequentar uma escola, localizada nas instalações do Museu Nacional. Na companhia do primo Jasper, e da nova amiga, Maggie (Italia Ricci), Henry descobre que o local abriga dezenas de mistérios, apenas aguardando por ele para serem solucionados.

A série foi criada por Mike Werb, que ficou responsável pela produção, através da Warner Horizon Television. O piloto foi dirigido por Mikael Salomon, de “Band of Brothers” e “The Company”.

Rubicon

Will Travers (James Badge Dale) é um analista da American Institute Policy, empresa sem fins lucrativos que atua na área sócio-política por uma América livre. Will é viciado em palavras cruzadas publicadas no The New York Times, e nas respostas das cruzadinhas ele descobre coisas intrigantes. Ele decide levar as informações a seu chefe, Haddas, porém Haddas acaba morrendo em um acidente de trem, o que o leva a investigar o caso.

Rizzoli and Isles

Uma detetive da polícia de Boston e uma médica legista combinam suas habilidades e talento para resolver os assassinatos. Talvez suas personalidades muito diferentes fazem a relação entre a detetive Jane Rizzoli e Maura Isles tão eficaz. Jane, a única policial feminina na Divisão de Homicídios de Boston, é dura, implacável e raramente deixa seu protetor para baixo, enquanto a impecavelmente vestida Maura apresenta um temperamento por vezes gelada – ela é, afinal, mais confortável entre os mortos do que vivos. Juntas, as melhores amigas criaram uma relação peculiar e de apoio; deixam cair o escudo protetor em companhia uma da outra, e combinam seus conhecimentos para resolver casos mais complexos de Boston.

OPINIÃO: É a minha preferida dessa leva de séries novas. Tem muita consistência, tanto na parte policial quanto na parte das pessoas. Mantém o mistério quando trata dos homicídios e mostra uma relação muito interessante entre duas mulheres muito amigas e muito diferentes entre si. Vale muito a pena!

Hot in Cleveland

“Hot in Cleveland” traz no elenco principal as atrizes Valerie Bertinelli, de “One at a Time”, Jane Leeves, de “Frasier”, e Wendie Malick, de “Just Shoot Me”.

Criada por Suzanne Martin, a história gira em torno de três dondocas de Beverly Hills que se mudam para Cleveland, Ohio, onde encontram a famigerada personagem de Betty White, que faz o papel da proprietária da casa onde as três mocinhas moram. A série, que tem 10 episódios iniciais encomendados é escrita pelo premiado escritor Suzanne Martin (Frasier, Ellen) e é produzido pelo ator Sean Hayes (Will & Grace) e Todd Milliner.

OPINIÃO: Ainda não vi nenhum episódio, mas ouvi dizer que é muito engraçada. Próxima da lista!

The Gates

A família Monohan muda para a sua nova casa em The Gates, uma comunidade exclusiva com jardins muito bem cuidados e vizinhos amigáveis, vindos de Chicago. Nick Monohan (Frank Grillo, de “Prison Break”) é casado com Sarah (Marisol Nichols) e tem dois filhos, Dana e Charlie (Travis Caldwell), jovem de 15 anos que busca seu lugar no mundo. Mas as coisas começam a complicar quando Nick, que é o novo chefe de polícia, tem que investigar os vizinhos no caso de pessoas desaparecidas durante o seu primeiro dia no trabalho.

Dylan Radcliff (Luke Mably) e Claire (Rhona Mitra) lutam para esconder não só o seu envolvimento no caso do Nick, mas o seu segredo familiar bastante incomum.
Na comunidade também vive Brett (Colton Haynes), um jogador de futebol inteligente que vive cercado de mulheres bonitas, mas que luta para manter seus impulsos quando se transforma em lobisomen em noites de lua cheia, entre outros moradores incomuns.

OPINIÃO: Assisti aos dois primeiros episódios e achei a trama mais interessante que a de Vampire Diaries, por exemplo. Mas acho sempre complicado tratar desse tema clichê em que se transformaram os vampiros e lobisomens. Pessoalmente, apenas True Blood me interessa quando se trata do tema.

Scoundrels

Versão americana de uma série da Nova Zelândia chamada “Outrageous Fortune”. David James Elliott, de “JAG”, interpreta o pai de uma família de ladrões, que é preso. Sua esposa, interpretada por Virginia Madsen, decide fazer com que seus filhos mudem de vida e se tornem honestos, mas eles resistem à ideia.

The Phantom (minissérie)

Versão com o herói dos quadrinhos “Fantasma”. Na história, os pais adotivos de Chris Moore (Ryan Carnes) são mortos por Raatib (Cas Anvar), líder da irmandade Singh, arquiinimiga do falecido Kit Walker, mais conhecido como o Fantasma, pai biológico de Chris. Ao tomar conhecimento de sua verdadeira linhagem, Chris abandona Renny (Cameron Goodman), jovem por quem é apaixonado desde a infância, e viaja para Bengala, lar do Fantasma, para ocupar o lugar do pai. Lá, ele conhece Guran (Sandrine Holt), braço direito do Fantasma, que fará tudo para ajudá-lo em sua missão contra o mal. Para auxiliá-lo em sua nova vida, o novo Kit Walker tem como mentor Abel Vandermaark (Jean Marchand), cujas ações levantam suspeitas de suas verdadeiras intenções. Decidido a enfrentar os membros da Singh, o novo Kit descobre que a Dra. Bella (Isabella Rossellini), uma das fundadoras da irmandade do mal, criou o Flicker, um aparelho capaz de controlar a mente de inocentes, transformando-os em assassinos.

Menphis Beat (ex-Delta Blues)

Produzida por George Clooney, é estrelad por Jason Lee, conhecido pela sitcom “My Name is Earl”. A história gira em torno de Dwight, um policial de Memphis que ainda vive com a mãe. Nas horas vagas, personifica Elvis Presley.

Huge

A série gira em torno de um grupo de sete adolescentes enviados a um acampamento de verão para perda de peso e explora a forma de como os jovens tratam as questões da imagem corporal. Além da difícil missão de emagrecer, o programa também mostra o relacionamento entre eles e o convívio com os funcionários e os outros clientes do local.

Nikki Blonsky, conhecida pelo filme “Hairspray”, é Willamina, uma das jovens que tenta perder peso, filha de um rico casal proprietário de uma rede de academias. Hayley Hasselhoff é Amber, uma jovem magra, que frequenta o local porque se acha gorda. Zander Eckhouse interpreta um estudante que trabalha meio período como assistente de um dos responsáveis pela academia do local, e secretamente apaixonado por Amber. Outro apaixonado por Amber é o personagem de Ari Stidham, um jovem músico obeso, amigo de Willamina.
 Huge tem como base o livro de mesmo nome escrito por Sasha Paley e foi adaptado por Winnie Holzman, de “Minha Vida de Cão/My So-Called Life”.

Louie

Criada e estrelada pelo stand-up comedian Louis C.K., de “Lucky Louie”, a série gira em torno de um comediante que trabalha em um bar; recém divorciado, precisa cuidar de duas filhas adolescentes enquanto tenta encontrar sua nova “cara metade”. A história é remotamente baseada na vida do comediante e será apresentada mesclando situações vividas pelo personagem com momentos de seu trabalho quando ele se dirige a um público. Algo parecido com “Seinfeld”, que apresentava-se diante de um público no final de cada episódio.

Foram encomendados 13 episódios iniciais.

Haven

A série tem como base o livro “The Colorado Kid”, de Stephen King, foi adaptada por  Sam Ernst e Jim Dunn, ambos de “Dead Zone/ O Vidente”, e é um pouco diferente do livro. Audrey Parker (Emily Rose), uma agente do FBI chega na cidade de Haven, no Maine, para solucionar o assassinato de um ex-condenado. Mas logo ela percebe estar cercada por estranhos fenômenos. A cidade é, na verdade, um refúgio para pessoas que, de alguma forma, possuem habilidades paranormais.

Entre os moradores estão o policial Nathan Wuorcos (Lucas Bryant), que se torna parceiro de Audrey nas investigações, além de Duke Crocker (Eric Balfour), um excêntrico morador da “pacata” cidade.

OPINIÃO: Estou gostando bastante da série, que ao mesmo tempo em que mostra os casos paranormais da cidade, mostra a busca pessoal de Audrey pela sua mãe e sua origem. Achei uma série leve e divertida. Vale a pena!

The Bridge (estréia da série canadense nos EUA)

A história gira em torno de Frank Leo (Aaron Douglas), um policial que vê seu mentor ser consumido pela corrupção policial. Quando ele se mata, Frank começa a se envolver com as questões políticas que cercam sua categoria, o que o leva a ser eleito presidente do sindicato. Agora Frank precisa se dividir entre sua função como policial, defendendo a lei, e suas obrigações como líder sindical, enfrentando seus superiores e defendendo os interesses de seus colegas.  Sua posição no sindicato o leva a criar inimizades no Departamento e a enfrentar questões políticas, que vão além de sua compreensão ou tarefas diárias.

A série tem roteiro de Alan Di Fiore, criado com base na vida de Craig Bromell, ex-policial que foi líder sindical entre 1997 e 2007, tendo registrado ao longo dos anos em que exerceu esta função, várias situações que precisou enfrentar, relacionadas à política e burocracia da polícia de Toronto, Canadá.


Covert Affairs

Estrelada por Piper Perabo, Christopher Gorham, de “Ugly Betty”, Peter Gallagher, de “The O.C.”, Kari Matchett, de “Invasion”, e Anne Dudek, vista em “House”, “Big Love” e “Mad Men”, a série gira em torno de Annie Walker, uma agente da CIA especialista em lingüística promovida às operações de campo. Acreditando ter sido promovida em função de suas habilidades, ela logo percebe que a CIA está, na verdade, interessada em localizar seu ex- namorado. Para tentar desvendar este mistério, ela conta com a ajuda de Auggie (Gorham), um agente da inteligência que ficou cego durante uma missão. Peter Gallagher interpreta Arthur, chefe de uma equipe que realiza operações clandestinas para a CIA. Ele á casado com Joan (Kari Matchett), chefe do Departamento de Defesa Nacional. A atriz Anne Dudek, que ficou conhecida como a Amber em “House”, interpreta a irmã de Annie.

OPINIÃO: Eu adoro essa atriz, Piper Perabo, então já foi um incentivo para ver a série. E adoro o tema de espionagem, CIA, etc. Então, pelo menos para mim, foi uma boa idéia essa série. Tem ação, tem um pouco de suspense, e tem o mistério de saber exatamente quem é o tal namorado de Annie. Vale a pena!

The Glades

A história gira em torno de Jim (Matt Passmore), um policial de Chicago expulso do Departamento depois de ser acusado de ter um caso com a esposa de seu Capitão. Ele então se muda para a Flórida, onde se une à polícia local. Também no elenco estão Kiele Sanchez, a Nikki de “Lost”, e Carlos Gomez.

OPINIÃO: Achei interessante os episódios que vi da série. Tem um humor bacana, e o protagonista não é nada ortodoxo para elucidar os crimes da cidade. Acho que tem futuro.

*As opiniões nesse post são pessoais. Opinei apenas nas séries em que tinha algum conhecimento pertinente.

**Aconselho sempre a acompanharem o calendário norte-americanos das séries, é sempre mais fácil depois de entender o quê vai passar.

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Renovada ou cancelada?

Pulicado em 20 maio 2010 por Amanda Ourofino

Como não poderia deixar de ser nessa época do ano o assunto do momento é: qual série foi renovada? Qual série foi cancelada?

Abaixo segue a lista (com comentários meus ao lado de cada série a respeito do que eu penso do fato):

RENOVADAS

- 90210 : Não é um primor, mas serve como distração.

- Archer

- Being Erica: Série canadense que eu adoro. Falta gente pra legendar no Brasil

- Big Bang Theory: Nem preciso comentar. Se cancelassem, acho que teria um surto coletivo de infartos.

- Blue Mountain State

- Bones: Quase um clássico dos seriados. O dia que acabar acho que choro.

- Bored to Death

- Brothers & Sisters: Na minha opinião tem muito drama ainda para desenrolar. Acho a trama bem construída.

- Burn Notice

- Californication: A 1ª e a 2ª temporada foram sensacionais. A 3ª eu ainda não vi, mas espero que continue espetacular.

- Castle: Humor genial, com o suspense e o mistério policial. Espero que tenha ainda mais temporadas.

- Chuck: Ficou por um triz. Vamos ver se vai resistir a outra temporada.

- Criminal Minds: Série meio pesada, com cenas fortes e crimes grotescos. Adoro a trama e a maneira com que os roteiros são estruturados.

- Community

- Cougar Town

- Dark Blue

- Dexter: Não acompanho, mas sei de gente que fica mega feliz com essa renovação.

- Drop Dead Diva: Apesar do gancho ser meio esquisito, teve uma 1ª temporada interessante e tem humor e drama bem dosados.

- Entourage

- Friday Night Lights

- Fringe: Nem preciso comentar. Se cancelassem, acho que teria um surto coletivo de infartos (2).

- Glee: Apesar da história ter vários furos e o roteiro ser meio estranho em alguns episódios, vale pela trilha sonora e performance dos atores.

- Gossip Girl: Não acompanhei a última temporada mas é o típico drama de adolescente de classe alta, com seus drama de riquinhos e coisas afins. Cansa depois de um tempo.

- Grey’s Anatomy: Ainda bem que foi renovada. Tem muito chão.

- Hawthorne: Mostra uma perspectiva interessante dentro do hospital, pois a protagonista é a chefe das enfermeiras, e o seriado gira em torno dela e da vida pessoal. Tem potencial.

- House: Sem comentários, claro.

- How I Met Your Mother: Ainda não comecei meu vício nessa série, mas por tudo o que ouço, vale a pena começar.

- How to Make It in America

- Human Target: Se você gosta basicamente de ação e coisas explodindo, vá em frente.

- Hung: achei muito chata quando os 2 primeiros episódios.

- Justified

- Law & Order SVU: Já é um clássico do label “Law & order”, e o meu preferidos dentre eles. Vale a pena mais temporadas.

- Leverage

- Lie to Me: No final dessa última temporada eles foram deixando o seriado mais e mais pessoal em torno do protagonista e dos coadjuvantes. Recomendo.

- Life Unexpected: Mais um draminha, mas que tem uma premissa intressante. Fiquei um pouco enjoada depois da metade da primeira temporada, mas acho que tem potencial para melhorar.

- Mad Men

- Médium: Adoro! Apesar da coisa “espiritual” o interessante mesmo é ver a resolução dos casos e como a protagonista se envolve neles. Tem o casal que acho o mais estável e mais invejado dentre os seriados.

- Modern Family

- NCIS: Los Angeles

- Nurse Jackie

- One Tree Hill: Comecei a assistir desde a 1ª temporada, mas parei na 2ª. Não sei o rumo que tomou atualmente.

- Parenthood: No início achei que seria mais um desses draminhas familiares, mas a cada episódio a série mostrou a que veio. Recomendo.

- Parks & Recreation

- Royal Pains: Achei levinha e boa para “esvaziar” a cabeça. Não esperava uma 2ª temporada.

- Rules of Engagement

- Sanctuary

- Smallville: Não sei como a série ainda existe! Os fãs que me desculpem, mas acho que ela já perdeu a medida tem tempo. Ao meu ver não é mais uma série sobre o Super-homem, mas sim sobre seres estranhos. Me desencantei quando a Lana virou bruxa em sei lá qual temporada.

- Spartacus: Blood & Sand

- Sons of Anarchy

- Southland

- Stargate Universe

- Supernatural

- The Closer

- The Good Wife: Sem comentários também.

- The Vampire Diaries

- Treme

- True Blood: Sensacional! Quem ainda não viu, veja. Vale muitíssimo a pena. Só a abertura já é maravilhosa.

- United States of Tara

- V: Acho que tem ainda um bocado a mostrar da história, muita água pra rolar.

- Warehouse 13

- Weeds

- White Collar

CANCELADAS

- 10 Things I Hate About You: Era de esperar. Série para menininha de 12 anos. Bem fraquinha, por sinal.

- 24 Horas: Acho que acabaram as situações. Foi tudo ficando a mesma coisa. Fica a saudade.

- Accidentally on Purpose: Acompanhei toda a temporada e achei engraçadinha. Mas deu o que tinha que dar mesmo.

- Better Off Ted: Achei a premissa muito interessante, mas acho que não souberam levar os roteiros.

- Cold Case: Já deu o que tinha que dar.

- Eastwick

- FlashForward: Achei uma pena cancelarem. Tinha muito potencial se soubessem escrever direitinho. Na verdade, não entendi direito o que deu errado.

- Gary Unmarried

- Ghost Whisperer: Já deu o que tinha que dar. Depois que ela teve o filho eu parei de assistir. Deveria ter acabado aí.

- Heroes: Achei uma pena. Na última temporada achei que tinham retomado um pouco do “tcham” da série, mas pelo visto discordaram de mim.

- Law & Order: Depois de 20 temporadas, foi descansar. Fica a saudade e a lembrança de tantos episódios.

- Legend of the Seeker

- Melrose Place: Ainda bem. Ao contrário de 90210, não pegou. Muito ruim mesmo.

- Mercy: Não entendi porque cancelaram, achava legalzinho.

- Miami Medical

- Nip/Tuck: Acho que já deu o que tinha que dar né. Uma das séries mais malucas que eu vi, mas num bom sentido.

- Numb3rs: O fim de uma era. Assim que achar vou comprar todas as temporadas, e recomendo fazerem o mesmo.

- Past Life

- Romantically Challenged: Comecei a ver, e tem um humor desses já manjados. Mas tem um episódio ou dois muito bons e engraçados.

- Scrubs: Acho que já deu também né.

- Saving Grace

- The Beautiful Life: Uma palavra: fútil!

- The Deep End

- The Forgotten: Gostei de todos os episódios que eu vi. Acho uma pena ter acabado.

- The New Adventures of Old Christine: Acompanhei um tempo, mas depois começou a ficar chato e igual.

- Three Rivers

- Trauma

- Ugly Betty: Já tava demorando a acabar. Uma boa novela mexicana com mais finesse. Mas que eu gostava de ver.

* Se você quiser ver a relação das séries por canal (nos EUA), acesse aqui.

* Vale lembrar que as opiniões aqui expressas são pessoais e não obedecem nenhum parâmetro que não seja o meu gosto pessoal.

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Uma cidade feliz. Será?

Pulicado em 12 maio 2010 por Amanda Ourofino

Há duas semanas teve início o novo seriado Happy Town, nos EUA. Com promessa de mistério, terror e suspense. Posso dizer que até o momento os dois primeiros episódios atingiram esse objetivo.

Criada por Josh Appelbaum, Andre Nemec e Scott Rosenberg a série conta a história de uma cidadezinha pacata do interior dos EUA que sofreu com uma série de sequestros, um ao ano, realizados pelo “Magic Man”, como ficou conhecido. Sua identidade nunca foi descoberta, e após 7 anos sem nenhum novo desaparecimento, um morador que todos acreditam ser o sequestrador é assassinado com requintes de crueldade.

Além disso, uma nova garota chega à cidade, cheia de mistérios e ligações telefônicas suspeitas. Ainda, o xerife local parece sofrer de algum surto psicológico, que se revela assustador e inexplicável no segundo episódio.

Steven Weber, Sam Neill e Lauren German

A trama vem sendo tratada como a nova Twin Peaks, série de David Lynch do início dos anos 90, primeria série, na minha opinião, de real suspense e mistério. O antigo seriado conta a história da investigação pelo FBI do brutal assassinato da jovem Laura Palmer, na pequena e pacata cidade de Twin Peaks.

No elenco de Happy Town, Robert Wisdom, Natalie Brown, Joanna Douglas, Stephen McHattie, Steve Arbuckle, Jay Paulson, Abraham Benrubi, Peter Outerbridge, Warren Christie e Dan Petronijevic. Ainda, M. C. Gainey como o xerife Conroy e Geoff Stults como seu auxiliar e filho. Sam Neill faz Merritt Grieves, um dos personagens que mais me “assustou”, pois tem um ar de mistério e de crueldade que o envolve.

Sam Neill como Merritt Grieves

Geoff Stults como Tommy Conroy

Na minha opinião, se o roteiro for bem estruturado a série tem tudo para fazer muito sucesso. Basta dosar o suspense, o mistério e as explicações de forma a não deixar o espectador nem frustrado nem com muita raiva, ou simplesmente sem entender nada.

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Os meninos também têm vez!

Pulicado em 05 maio 2010 por Amanda Ourofino

No último post falamos sobre os seriados de “mulherzinha”. Que tal falarmos agora sobre os seriados “de meninos”?

O meu julgamento quanto a um seriado ser “de meninos” passa principalmente pela temática, e menos pelos personagens em si – se há mais homens do que mulheres, por exemplo. Então se a série tem uma temática que mostra o cotidiano ou o ponto de vista masculinos, eu considero uma série “de meninos”.

A partir disso, e da minha experiência com coleguinhas que brincavam com bonecos do Comandos em Ação e Changeman (ok, quem não conhece não se pronuncie… kkk), os primeiros seriados que eu considero como feitos para o sexo masculino são os de guerra ou algo próximo disso: a minisérie Band of Brothers, a minisérie The Pacific, The Unit, 24 Horas, The Shield, Prison Break. Alguns desses eu já vi alguns capítulos e não gostei, justamente por serem muito violentos ou tratarem de assuntos que não me atraem. Band of Brothers eu sei que é um clássico e pretendo ver em breve, e 24 Horas eu já vi uma temporada inteira e achei interessante, mas ao começar a ver a seguinte eu achei muito semelhante à anterior.

Outros seriados “de meninos” seriam os sobre esportes e aqueles sobre relacionamentos mas do ponto de vista masculino: Friday Night Lights, The Game,  According to Jim, Two and a Half Man, How I Met Your Mother, e até Supernatural (será que a versão “mulherzinha” dele seria Ghost Whisperer?).

Os seriados de investigação e até Friends eu considero unissex, por assim dizer. Smalville eu costumava considerar unissex, mas depois de algumas temporadas a história foi ficando tão absurda e destoante do original que eu apenas não a considero mais nada. E essas minhas categorizações estão longe de serem unânimes, até porque gosto é algo muito pessoal. A minha intenção é apenas a de refletir sobre como as séries são ou não aprovadas pelo público, para qual público, e até pensar um pouco a respeito de como as emissoras escolhem um roteiro de série para ser filmado.

E você, o que pensa a respeito?

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Uma cidade feliz. Será?

Pulicado em 04 maio 2010 por Amanda Ourofino

Há duas semanas teve início o novo seriado Happy Town, nos EUA. Com promessa de mistério, terror e suspense, posso dizer que até o momento, os dois primeiros episódios atingiram esse objetivo. Criado por Josh Appelbaum, Andre Nemec e Scott Rosenberg, a série conta a história de uma cidadezinha pacata do interior dos EUA que sofreu com uma série de sequestros, um ao ano, realizados pelo “Magic Man”, como ficou conhecido. Sua identidade nunca foi descoberta, e após 7 anos sem nenhum novo desaparecimento, um morador que todos acreditam ser o sequestrador é assassinado com requintes de crueldade. Além disso, uma nova garota chega à cidade, cheia de mistérios e ligações telefônicas suspeitas. Ainda, o xerife local parece sofrer de algum surto psicológico, que se revela assustador e inexplicável no segundo episódio.

Steven Weber, Sam Neill e Lauren German

A trama vem sendo tratada como a nova Twin Peaks, série de David Lynch do início dos anos 90, primeria sérire, na minha opinião, de real suspense e mistério. O antigo seriado conta a história da investigação pelo FBI do brutal assassinato da jovem Laura Palmer, na pequena e pacata cidade de Twin Peaks.

No elenco de Happy Town, Robert Wisdom, Natalie Brown, Joanna Douglas, Stephen McHattie, Steve Arbuckle, Jay Paulson, Abraham Benrubi, Peter Outerbridge, Warren Christie e Dan Petronijevic. Ainda, M. C. Gainey como o xerife Conroy e Geoff Stults como seu auxiliar e filho. Sam Neill faz Merritt Grieves, um dos personagens que mais me “assustou”, pois tem um ar de mistério, e de crueldade até, que o envolve.

Sam Neill como Merritt Grieves

Geoff Stults como Tommy Conroy

Na minha opinião, se o roteiro for bem estruturado, a série tem tudo para fazer muito sucesso. Basta dosar o suspense, o mistério e as explicações de forma a não deixar o espectador nem frustrado nem com muita raiva ou simplesmente sem entender nada.

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