Arquivos de Fotografia

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Câmera e Projetor – Nikon S1000pj

Pulicado em 07 agosto 2010 por Carolina Türck

Uma das coisas desagradáveis na hora de fotografar é o famoso “tirou? deixa eu ver como fiquei!”. Sendo profissional ou não (no trabalho procuro fotografar algumas poses variadas e mostrar para o cliente, pra que juntos possamos fazer ajustes e mudanças) dependendo do local e quantidade de pessoas isso pode ser incomodo.

Pensando nisso a Nikon (oi, nikonzeiros!) lançou a mais nova compacta da linha CoolPix. A Nikon S1000pj possui um projetor na própria câmera, possibilitando a reprodução das suas fotos (ou vídeos) na parede ou em telão até 2 metros de distância!

A resolução da reprodução é VGA e das fotos 12 mp. A bateria dura 1 hora projetando suas fotos e evitando que sua câmera passe pela mão de todos. E pra melhorar acompanha um suporte pra usá-la no modo reprodução.

A Nikon S1000pj pode ser encontrada no próprio site da Nikon e custa $349.95 (sem frete).

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Tebe Interesno – Talento e Imaginação

Pulicado em 31 julho 2010 por Carolina Türck

Todo fotógrafo é inegavelmente apaixonado por cinema (em algum momento da vida até confuso entre essas duas opções) e a prova disso é a frase “cinema é a fotografia em movimento”.

Mas Tebe Interesno vai além. O russo cria imagens incríveis misturando nossa realidade com a sua fantasia. O trabalho dele é baseado em fotografia, ilustração e edição. De uma forma sem frescuras ele desenha e cria outro sentido para as imagens.

O site/portfólio (na verdade ele usa um livejournal pra isso) é totalmente em russo, o que dificultou minhas busca por mais informações e ao mesmo tempo facilitou admirar apenas o trabalho.

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Câmera Carimbo

Pulicado em 17 julho 2010 por Carolina Türck

A idéia de fotos instantâneas está longe de ser novidade. Após o lançamento das Polaroids em 1947 (se você é fã da marca, escrevi sobre a nova Polaroid 300 aqui) qualquer pessoa pode clicar e levar pra casa sua foto.

Mas já pensou em ter sua foto carimbada?

O designer Jinhee Kim não só pensou como criou a câmera carimbo! A idéia foi apresentada pelo site Yanko Design e se chama Stamp.y. Ela captura a imagem (sem opção de controlar zoom ou fazer outros ajustes) digital, você retira a tela LCD e encaixa o acessório para criar o carimbo. Após basta apertar em qualquer superfície e voilá! Sua imagem foi reproduzida!

Lembro o quanto eu gostava de carimbar cadernos ou até mesmo simples folhas de oficio com rostinho da Minnie e outros carimbos coloridos, imagina se existisse a opção de carimbar minhas próprias fotos?!? É unir uma brincadeira de criança com uma paixão de adulta.

Mas infelizmente se quisermos sair por aí carimbando tudo e todos precisamos esperar um pouquinho. A idéia de Jinhee ainda é um protótipo, mas torcemos que pegue e logo logo esteja a venda por aí! ;)

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CCMQ – Concurso Fotográfico Poesia da Imagem

Pulicado em 10 julho 2010 por Carolina Türck

Quem passa por Porto Alegre tem como parada obrigatória a Casa de Cultura Mario Quintana. Em 29 de dezembro de 1982 o estado adquiriu o antigo Hotel Majestic (onde morava Mario Quintana) e transformou o local na CCMQ (Casa de Cultura Mario Quintana). Localizada na Rua dos Andradas (tradicional ponto no centro de Porto Alegre) a CCMQ tem espaços voltados para o cinema, a música, artes visuais, dança, teatro, literatura, realização de oficinas e eventos ligados à cultura.

O local é maravilhoso, tranqüilo e cenário de muitas fotos que já cliquei. Passar à tarde na CCMQ visitando as exposições ou as salas em homenagem aos grandes nomes do RS te faz perder a noção do tempo e viajar entre o Quarto do Poeta, Acervo Elis Regina e o incrível Jardim Lutzenberger com suas banheiras. No último andar do Hotel (hoje CCMQ) fica o Café Santo de Casa, com o melhor suco de melão de Porto Alegre. ;)

Bom, mas qual a ligação da CCMQ com fotografia? Além das belas imagens que podemos fotografar andando por lá o Governo do Estado lançou nessa quarta-feira um concurso fotográfico. O Poesia da Imagem é uma comemoração aos 20 anos da CCMQ que serão comemorados dia 20 de Setembro.

O Concurso premiará os autores das três melhores TRADUÇÕES FOTOGRÁFICAS da obra de Mario Quintana com câmeras Nikon (yeah!).

Então, se você é fotógrafo profissional ou amador (sim! vale para ambos) corre lá no site, lê o regulamento e faz tua inscrição até 23 de Agosto!

Boa sorte!

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Melhores da Copa 2010

Pulicado em 03 julho 2010 por Carolina Türck

Nessa copa do mundo uma das coisas que todos reparam além do jogo são as chuteiras laranja, os cabelos estranhos e a quantidade de câmeras fotográficas ao redor do campo. Com aqueles “canhões” que boa parte dos fotógrafos sonham em ter, alguns profissionais ficam lado a lado, coladinhos dando a sensação de “falta campo para tanto fotógrafo!”.

Pensando nisso, há algumas semanas quero fazer a minha seleção (ahm? ahm? entenderam o trocadilho?) de “melhores fotos da copa 2010”. Estava esperando o final da copa e obviamente a vitória do Brasil. Minha intenção se estendia, além de mostrar minhas preferidas figurar na lista com apenas uma fotinho das festa pelas ruas de Porto Alegre em comemoração do Hexa. Mas não deu (pausa para forçar esse conformismo), e mesmo sabendo que os jogos continuam até dia 11 de Julho, pra mim e grande parte dos brasileiros, acabou.

Minhas imagens preferidas, transbordando emoções (e expressões!) que fotógrafos ótimos acertaram em cheio o momento do clique.

* Atualizando - Não poderia deixar essa imagem passar batida.

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Vanessa Beecroft

Pulicado em 02 julho 2010 por Cátia Andressa da Silva

Nascida em 1969, Vanessa Beecroft é uma artista plástica/fotógrafa italiana longe dos padrões convencionais. Pra começar, seu trabalho promove a bonequização dos corpos, tornando-os a linguagem de comunicação de sua arte. Seus modelos preferidos são mulheres, que geralmente estão nuas, em situações interativas provocantes.

Mesclando conceitos estéticos, suas intervenções não são estáticas e envolvem fotografia e vídeo, tornando-se instigantes performances de teor político, cultural, comunicacional, histórico e social. Dos alimentos aos uniformes de guerra, o trabalho de Beecroft passeia pelos quatro cantos das artes, da moda, da sociologia e da sugestão.

Vale MESMO o clique para conhecer melhor o trabalho da artista:

Web Site

Wikipedia

Homines

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Steve McCurry no Brasil

Pulicado em 05 junho 2010 por Carolina Türck

Em 1984 o norte-americano Steve McCurry fotografou uma das imagens preferidas da maioria dos amantes de fotografia.

Sharbat Gula, com 13 anos e olhos verdes estonteantes, contrastando a pele castigada pelo sol. A foto encantou o mundo e virou capa da National Geographic, na edição de Junho de 1985 ganhando diversos prêmios.

Mas se engana quem pensa que o fotógrafo iniciou sua carreira cobrindo guerras, atentados terroristas e conflitos em geral. Steve estudou cinematografia em 1968, na Universidade do Estado da Pensilvânia - Estados Unidos, mas se formou em artes cênicas e graduou-se em 1974. Apaixonou-se por fotografia na época da universidade, quando começou a fotografar imagens para um jornal de lá, chamado The Daily Collegian.

Seu trabalho foi reconhecido a partir de 1979, na guerra afegã-soviética. Disfarçado com roupas típicas conseguiu as primeiras fotos do conflito e ganhou a Medalha de Ouro Robert Capa por melhor reportagem fotográfica no exterior.

McCurry continuou cobrindo conflitos, entre eles os ataques terroristas de 11 de Setembro e hoje é um dos membros da Magnum, agência criada por Henri Cartier-Bresson, morto em 2004 e inspiração de vários fotógrafos. Freqüentemente podemos ver trabalhos de Steve em revistas como a National Geographic.

Mês passado Mccurry esteve no Brasil dando algumas palestras e ministrando workshops (tudo gratuito!). O Estadão fez uma entrevista (segue abaixo) por e-mail com Steve (li no blog Fós Grafê) que vale a pena ler.

Afinal, o trabalho do fotógrafo está cada vez mais fascinante e repleto de detalhes sobre o comportamento humano.

Entrevista

por Simonetta Persichetti

Quase todos os fotojornalistas que fazem coberturas de guerra não gostam de se definir como fotógrafos de guerra. O senhor também não gosta. Por quê? E por que, então, estão sempre em áreas de conflito?

Eu sou um fotógrafo documentarista. Quero contar histórias com as minhas fotografias. Nos últimos 30 anos andei pelo mundo todo fotografando momentos cruciais de vários países como a Afeganistão, Líbano, Camboja, Índia e Tibete. Algumas pessoas são simplesmente levadas para a linha de frente por sua história particular. Querem ser testemunhas daquelas situações, ver por si próprias em primeira mão. É difícil de explicar, mas de certa forma esta motivação faz parte do DNA. Enquanto algumas pessoas fogem das cenas, outros estão indo ao seu encontro. Como fotógrafo documental me sinto compelido a contar estas histórias. Em muitos casos, as pessoas que você está fotografando não são capazes de contar sua própria história e, informar o mundo por meio dos jornais, revistas, rádio e televisão, é a melhor chance que elas têm de obter visibilidade e ajuda. Creio que cobrir áreas em conflito é importante. O drama humano destes lugares não pode ser subestimado e eu creio que conseguir transmitir estas emoções por meio de fotografias seja nobre. Fotógrafos querem estar perto do perigo porque é lá que as imagens estão.

Depois de tantos anos registrando conflitos, como o senhor vê a humanidade?

Desempenhamos papéis diferentes, mas somos parte da mesma raça humana. Somos iguais, mas fazemos coisas diferentes. Comemos comidas diferentes, vivemos em casas diferentes, falamos diversos idiomas. Sinto curiosidade e empatia pelo ser humano e cada criatura viva é fundamental para minha fotografia. Humanidade e preocupação com a vida neste planeta é o que me guia para conhecer pessoas e culturas.

Impossível não perguntar sobre a menina afegã, Sharbat Gula, que o senhor fotografou em 1984. Esta sua imagem, é talvez, um dos grandes ícones fotográficos do século 20. Por que decidiu procurá-la 20 anos depois?

A imagem desta menina foi reconhecida no mundo inteiro. Recebi várias cartas e e-mails até que decidi tentar encontrá-la. Muitos queriam conhecer sua história. Quando a achamos foram feitos vários testes científicos que comprovassem que era realmente ela. Mas nós não tínhamos dúvidas. O documentário que fizemos para encontrá-la teve um impacto muito forte em minha vida. Mas o melhor da história foi o fato de sermos capazes de reencontrá-la, ajudá-la e fazer sua vida melhor.

Qual a função do fotojornalismo para o senhor?

Gosto de homenagear pessoas, lugares e culturas por meio das minhas imagens. Também gosto de contar as histórias desses personagens com a minha fotografia – especialmente daqueles que mostrei em áreas de conflitos. Acho que esse é um aspecto importante do fotojornalismo – mostrar pessoas, o que está acontecendo.

Fazer uma reportagem fotográfica para um jornal diário ou revista semanal de informação é diferente de fotografar para uma revista como a National Geographic. Como é isso?

Fotografar para os jornais é bom porque te ensina muito sobre jornalismo e deadlines, sobre histórias e fotografia. O único senão é que existe um certo tipo de edição, que privilegia o impacto. Isso acaba por diminuir o mistério e a incerteza que muitas vezes é tão maravilhoso na fotografia: ser capaz de interpretar, cada um a sua maneira, o sentido de uma imagem. Raramente este tipo de ambiguidade tem espaço no mundo do jornalismo.

Existe mesmo um excesso de imagens no mundo hoje em dia? Como saber se a eficiência da imagem continua? Como manter a credibilidade de uma matéria?

A única tática que eu tenho é ser respeitoso, aberto, e ter consideração com as pessoas que eu fotografo. Não me canso de afirmar o quão importante é demonstrar respeito e delicadeza para com todas as pessoas. Problemas no mundo acontecem quando nos sentimos desrespeitados, não vistos e colocados de lado.

Quais suas expectativas para esse encontro aqui em São Paulo?

Espero aprender e trabalhar com fotógrafos e estudantes e também espero ter ótimas discussões durante a palestra. E também espero, como já te disse acima, fazer um belo ensaio explorando novos lugares de São Paulo e do Brasil.

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Mães & Fotografia

Pulicado em 10 maio 2010 por Carolina Türck

Ainda em clima de Dia das Mães (relevem a falta de atualização nesse final de semana, ok? todas nossas atenções estavam voltadas para as nossas mães :P ) tentei trazer para vocês o estilo e fotografia que mais gosto e tenho prazer em trabalhar: crianças/mães e gestantes.

Fotografar uma grávida ou uma “mãe de primeira viagem” é o lado comercial da fotografia que mais me gratifica. A esperança que eu sinto estampada nos rosto delas cada vez que olham e passam a mão naquela barrigona é indescritível. ;)

Reuni alguns trabalhos que me fazem babar e cada dia mais querer evoluir ao clicar esse momento tão importante na vida de algumas mulheres.

Carina Olsen (Kat's Photography)

Collin Stumpf

Mimi

Carina Olsen

Mimi

Eythor Árnason

Teresa Smith

Teresa Smith

Serendipity Photography LLC

Carrie Sandoval

Carrie Sandoval

Thomas Röher

Serendipity Photography LLC

Serendipity Photography LLC

Mais do trabalho desses fotógrafos no Flickr de cada um:

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Polaroid

Pulicado em 01 maio 2010 por Carolina Türck

O primeiro modelo de máquina Polaroid foi lançado em 1947, mas apenas na década de 60 a marca foi reconhecida. Onde metade da população americana possuía e a outra metade sonhava com a queridinha para registrar instantaneamente cada momento.

Apesar de a empresa decretar falência em 2007 até hoje podemos ver os amantes daquele efeito que só as Polaroids traziam. Basta dar um search para se deparar com dezenas de bordas e texturas tentando chegar o mais próximo do filme instantâneo.

E diante disso, semana passada a Polaroid resolveu dar mais uma chance a marca convidando Lady GaGa (que espécie de chance foi essa?) para ser diretora criativa, dando um ponta pé na divulgação (pra essa nova geração que curte o que ela chama de música) e criando a nova Polaroid 300, que estará disponível nas cores preta, azul e vermelha. Com quatro configurações de iluminação, flash interno automático e utilizando o filme Polaroid 300 Instant Film, valor de em média R$ 37,00 com 10 poses.

Mas bastou a empresa anunciar o lançamento para a polêmica vir à tona: o desingn da câmera é quase idêntico a Fujifilm Instax Mini 7, que custa menos e foi lançada em setembro do ano passado!

Que péssima escolha, hein Polaroid? Lady Gaga mostrou que não é pé quente e vocês deixaram claro que não conhecem os consumidores fãs das instantâneas. :(

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Drag – Jason Horowitz

Pulicado em 24 abril 2010 por Carolina Türck


É nítido que o trabalho de drag queen aumentou o número de seguidores e a forma de reconhecimento.

Em outra época dificilmente ouvíamos algo sobre esses artistas, e antes que alguém use como argumento a “homofobia”, o trabalho não era tão reconhecido pela desvalorização no próprio meio que vivem os transformistas.

Raramente eles investem em cursos para aperfeiçoar o idioma que dublam as músicas, teatro para melhorar a desenvoltura no palco e etc…

No Brasil temos poucos que conseguiram alcançar a fama que muitos almejam. Entre eles Léo Áquilla e Dimmy Kieer.

E foi nesse mundo cheio de “truques”, curiosidades e falso glamour que o fotógrafo Jason Horowitz resolveu criar sua nova exposição – DRAG.

Foto de Vincent Gallego

Foto de Vincent Gallego

O cara é famoso por closes em retratos, captando os detalhes que compõem a diversidade de cada rosto. E nessa série não foi diferente. Conseguindo transmitir o que cada artista carrega por trás da maquiagem e o contraste dela com a masculinidade de cada modelo.

Trecho do site de Jason Horowitz

Working at the intersection of landscape and anonymous portraiture, these large-scale photographs find new ground to explore about the human body. By exploding scale, they reveal not only the fascinating visual terrain of the body but also challenge our own hidden or unspoken biases about beauty, ugliness, body-image, race, sexuality, aging, and the thresholds of exhibitionism. Playing with the tension between attraction and repulsion, the images reveal a hyper-realistic amount of detail about the subject and explore the relationship between photographic representation and painterly abstraction, the formal elements in tension with the emotional content of the subject matter. Shot with the same “glamor” lighting set-up used for fashion images, these photographs subvert that process to look at what is real rather than ideal. Larger than life, these images become a vehicle for looking deeply at one’s self and others.

Vale a pena dar uma olhada nas outras galerias do fotógrafo.

Fotos da exposição – Vincent Gallego
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