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A cerimônia do Oscar e a vingança das “ex”

Pulicado em 08 março 2010 por Gabriela Franco

Aconteceu neste domingo, dia 7 de março de 2010  a 82ª cerimônia de premiação do Oscar, que recompensa (ao menos, deveria) os melhores filmes do ano, de acordo com a Academia de Artes e Ciências Cinematográficas de Hollywood, ainda a maior e por isso, principal produtora e distribuidora do gênero no mundo. Mas ainda há esperança..rs.

Como todos os orgãos de imprensa alerdearam por aí, Avatar, de James Cameron e Guerra ao Terror de Kathryn Bigelow eram os prediletos  para Melhor Filme, Melhor Direção e Fotografia.

E o que era só uma disputa entre dois grandes filmes ganhou proporções “familiares” já que Kathryn é ex-mulher de Cameron e seu filme, despretensioso (perto de Avatar) ficou pau a pau na disputa com o do “ex”.

Eu, particularmente, fiquei dividida. Apostava em Avatar justamente no quesito no qual ele se destaca: efeitos especiais.  Afinal, por mais que ele tenha sido espinafrado pela crítica, o que achei um exagero, o filme realmente é um marco no uso da tecnologia no cinema.

Por outro lado, Guerra ao Terror é um filme de produção comparativamente pobre mas de conteúdo fortíssimo, com movimentação de câmera,  montagem e  interpretações primorosas, além de, na minha opinião,o olhar feminino,detalhista e sentimental, ter feito uma diferença significativa.

Mas, foram muitos os filmes que esbarram nos queridinhos da Academia, entre eles, uma animação (Up – Altas Aventuras) e uma Ficção científica (fato notório e digno de regozijo) – Distrito 9.  Foram 10 filmes indicados a Melhor Filme (para ver a lista completa dos indicados em todas as categorias clique aqui) contra cinco do ano passado e isso foi um uma melhoria e tanto pois 2010 foi especialmente prolífico neste sentido.

Não sou fã do Oscar. Acho um prêmio injusto, exclusivo de blockbusters  americanos e, para mim, o cinema está além dele. Mas sem dúvida causa grande comoção na indústria cinematográfica e não pode ser ignorado.

Achei alguns prêmios justíssimos, como o de melhor ator e atriz coadjuvante. O primeiro foi para Christopher Waltz, de Bastardos Inglórios, que concorreu com colegas de peso como Christopher Plumer, levou o prêmio, com louvor. O General Hans Landa é um personagem icônico e fui magistralmente interpretado por Waltz. Ponto também para Tarantino, que sempre alça ao estrelato talentos esquecidos ou desconhecidos.

Já a apresentadora e comediante americana Mo’nique, surpreendeu a todos com a interpretação espetacular de uma mãe violenta e problemática no tocante Preciosa. Também foi um prêmio justo, em minha opiniao.

Mas em quesitos como: fotografia, melhor canção, por exemplo, acho que o Oscar deu bola fora.

A Fita Branca (Das Weisse Band de Michael Hanneke – Alemanha, Austria, França e Italia – 2010)  merecia essa, em minha opinião. Até pelo fato de ter sido filmado em P&B, muito mais difícil, pelo efeito luz e sombra.

E melhor canção, acho que Nine, com Marion Cotillard poderia levar, ao invés de Colin Farrel cantando música country. Não me convenceu.

Melhor ator para Jeff Bridges de Coração Louco, também era previsível. Acho que entre os indicados, apesar de Morgan Freeman sempre significar uma ameaça, foi justo. Bridges é um ótimo ator e seu papel no filme, o de um astro country decadente, foi perfeito para ele.

Sandra Bullock também levou para casa o homenzinho dourado. Eu não acho que seu papel em “Um Sonho Possível”, tenha sido para tanto. Preferia Helen Mirren (The Last Station). Mas, são os EUA e eles a-do-ram essas tramas interaciais e tal. Culpazinha, né?

O efeito surpresa, pero no mucho, ficou com o prêmio de Melhor Filme e Melhor Diretor. Guerra ao Terror, da diretora Katryn Bigelow arrematou as categorias mais cobiçadas da noite, passando a perna no Avatar do ex-marido. Me digam, tem vingança melhor para uma ex-mulher?

Fato: Katryn foi a primeira mulher a ganhar o Oscar na categoria. Uma boa homenagem ao Dia Internacional da Mulher, não?

Hum, alguém farejou marmelada aí ou fui só eu?

Eis a lista com os vecedores nas principais categorias.

Melhor animação – Up – Altas Aventuras.

Melhor canção – The Weary Kind – Crazy Heart

Melhor Roteiro Original – Guerra ao Terror

Maquiagem – Star Trek

Roteiro adaptado – Preciosa

Melhor atriz coadjuvante – Mo’nique

Melhor Figurino – A Jovem Victoria

Melhor Trilha – Up – Altas Aventuras

Efeitos Visuais – Avatar

Melhor Filme Estrangeiro – Lo Secreto de Sus Ojos  – Argentina

Melhor ator – Jeff Bridges

Melhor atriz – Sandra Bullock

Melhor Diretor – Katryn Bigelow

Melhor Filme – Guerra ao Terror

Diretor de arte – Avatar

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The Runaways

Pulicado em 31 janeiro 2010 por Camila

Hoje resolvi saber qual é a da Banda The Runaways e para a minha surpresa curti demais as músicas. Adoro vocal feminino.

Fica a dica para vocês escutarem: Cherry Bomb e You Drive Me Wild – Live Version.

The Runaways

Minha curiosidade surgiu do que a mídia no geral tem falado sobre o filme The Runaways, a cinebiografia da banda, que vai ser lançado agora em 2010. Procurando mais sobre a banda descobri que na segunda formação, sem a vocalista Cherie Currie, elas chegaram a sair em turne com os Ramones. Legal demais, não?

E nem preciso dizer que super me orgulho que The Runaways foi a  primeira banda de rock formada apenas por mulheres [adolescentes ainda] que tocavam rock, que fugia do padrão até então conhecido. Sim, elas escreviam, cantavam e tocavam as suas próprias músicas, sem playbacks (sorry Britney).

No filme, Dakota Fanning interpreta a vocalista Cherie Currie e Kristen Stewart interpreta Joan Jett, a líder da banda. E se você procurar no Google sobre o filme, adivinhem o que mais aparece? Sobre a cena em que Dakota Fanning e Kristen Stewart se beijam (se pegam?) Imaginem a galera que não vai assistir ao filme só por cauda dessa cena.

Mas a minha curiosidade foi saber se de fato esse relacionamento entre Cherie e Joan aconteceu ou se seria apenas mais uma sacada de mídia para o filme (eu ainda aposto na segunda opção, afinal Kristen Stewart anda aparecendo muito devido aos filmes sem sal sobre vampiros – sorry Stephenie Meyer).

Aí encontrei uma entrevista em que Cheri Cure disse que achou essa cena um pouco exagerada…
Tirem suas próprias conclusões: Cherie Currie sets the record straight on The Runaways.

Enfim, acredito que o filme vai valer a pena pelo que a banda representou para a história do rock, da música e bons artistas, ousados e verdadeiros, não interessando o que eles tem entre as pernas. Tá, mas a banda era formada por mulheres… :)

Cherie Currie

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Filmes de Terror

Pulicado em 16 julho 2009 por Carolina Türck

Cresci (apenas na idade) assistindo filmes de terror. Desde Sexta Feira 13, Hora do Pesadelo, Halloween até os mais trashs como, por exemplo: Fome Animal, Olhos Famintos…Que obviamente assistia graças ao extinto Cine Trash.

E baseada nisso, posso dizer que não fazem mais filmes de terror como antigamente.

Ok, você pode achar que filmes de terror sempre foram ridículos e blablablabla… Mas pra quem sempre chegava na locadora acompanhada da mãe e trocava os famosos desenhos da Disney por O Exorcista me sinto totalmente no direito de defender meu “gosto-mirim”. ;)

E assim a cada estréia bate aquela esperança de assistir algo além de sustos no maior estilo Pânico ou gritos (de alguém se sentindo perseguido por uma bruxa) fazendo seu tímpano doer.
Onde estão as cenas que não fazem pular da cadeira, mas ter medo de descer para buscar um copo de água? É esse o verdadeiro terror que AINDA espero! É aquela sensação de estar sendo perseguida ao mesmo tempo em que se sente a maior idiota por saber que o Michael Myers não existe.
São os clássicos do terror que ainda trazem medo só de pensar na possibilidade de olhar no espelho e ver algo além do seu reflexo.

Esses litros e mais litros de sangue que utilizam nos recentes filmes de terror não trazem nada além de nojo. A industria ainda confunde Gore com Terror, ou talvez acredite que possa passar uma sensação Faces da Morte no público.

Bom, depois desse “crítico-desabafo” o mínimo que eu posso fazer é listar os filmes que considero melhores e indicar, caso você goste do gênero.

O Cemitério Maldito, O Exorcista, Hellraiser – Renascido do Inferno, Olhos Famintos, Nosferatu, Fome Animal, Massacre da Serra Elétrica, Psicose, Candyman, O Abominável Dr. Phibes, Colheita Maldita, Poltergeist – O Fenômeno, Christine – O Carro Assassino, Sexta-Feira 13 – Parte 1, A Hora do Pesadelo, O Bebê de Rosemary,  Halloween – A Noite do Terror, A Bolha Assassina, Mangler – O Grito do Terror, Cannibal Holocaust, Os Pássaros, A Coisa, Sandman, Cão Branco, A Profecia

Hoje em dia meu vício por cinema pode se dizer que “evoluiu”. O que não aconteceu com as produções de terror. Não deixo de assistir aqueles que ainda acredito que sejam bons, mas já não faço questão de manter a lista “Terror” 100% atualizada.
Talvez seja a idade…Você fica mais velha e começa a pedir lágrimas ao invés de simples horas de insônia jurando ter visto Victor Pascow na porta do quarto.

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Filmes digitais no Brasil

Pulicado em 09 julho 2009 por Leonardo R.

Cineminha em casa

Pois é. No final de maio a Saraiva.com lançou os filmes digitais por aqui, tanto para aluguel quanto para compra. O sistema está no começo, mas eu já considero um grande avanço. Ainda não tive a oportunidade de testar, mas assim que eu conseguir dar um jeito na internet de casa, será a primeira coisa na lista.

Mas, e aí? Como funciona?
Você acessa o site e navega entre os filmes para locação ou compra. Nas páginas de cada filme tem um link para o trailer e as especificações do filme, incluindo o tamanho do arquivo (em filmes com a duração aproximada de 90 minutos, o tamanho médio do arquivo é de 1,5 GB). Em geral, pelo que eu vi nos cometários por aí, a qualidade dos filmes é muito boa. O que mostra uma certa preocupação com a distribuição.

Depois de escolher você efetua o pagamento. Os preços do aluguel variam entre R$ 4,90 e R$ 6,90 por períodos de 24 a 48 horas (depois de dar play a primeira vez/ podem ser mantidos por 30 dias). Para compra os valores variam entre R$ 12,90 e R$ 39,90.

Depois de escolher e pagar você começa a baixar. Mas para fazer isso é necessário um programa chamado Saraiva Digital Lite, disponibilizado gratuitamente no site. O mesmo programa pode ser utilizado para assistir os filmes, organizá-los e ainda comprar e alugar outros. E você pode fazer o download de três filmes ao mesmo tempo. Os requisitos recomendados para rodar o aplicativo são:

Sistema Operacional: Microsoft Windows XP/Vista/98/2000/2003
Processador: AMD Athlon XP 2600+, Sempron XP 2800+ ou Intel Pentium 4 2.66GHz
Memória RAM: 1GB (2GB para Windows Vista)
Conexão Internet: 1MB (Banda Larga)
Placa de Vídeo: AGP 8X, Pixel Shader 2.0 ou Gforce 5600 256 RAM, DirectX 9

Os filmes baixados não podem ser copiados para CD ou DVD e só podem ser assistidos em dispositivos homologados PlayForSure e que suportem a tecnologia Microsoft DRM. Portanto não rodam em sistemas operacionais que não sejam Windows. (Tiro no pé, na minha opinião). Mas o que é DRM? Segundo o site: “DRM é uma tecnologia que permite, de forma segura, a distribuição, promoção e a venda de conteúdos de mídia digital pela Internet. O processo de Gestão de Direito Digitais (DRM em inglês) encripta arquivos de mídia e solicita uma licença para que esses arquivos codificados possam ser reproduzidos. Ficam protegidos os seus direitos como comprador do filme assim como dos produtores, proprietários e distribuidores do conteúdo”. O que pode acontecer é que fica na memória do aplicativo que você baixou tal filme, assim se você apagar ele do computador e quiser baixar novamente não precisa mais pagar por ele.
Quanto ao acervo, dá para dizer que é bom e está crescendo. E está começando a comportar séries.

No final da análise, eu, ainda, considero um grande avanço para o país na área de distribuição digital.

Se quiser saber mais acesse o faq do site que é bem explicadinho.

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Me and you in Wonderland

Pulicado em 04 julho 2009 por Camila

No meu momento sábado-de-noite-sem-grandes-intenções, estava procurando sobre um assunto para o meu post e resolvi ver o que aconteceu no dia 4 de julho além da Declaração da Independência dos Estados Unidos, e descobri  que nesse dia, em 1865, foi publicado Alice no País das Maravilhas.

O que me fez lembrar que essa história, uma das mais célebres do gênero literário nonsense, em momento algum deixou de inspirar artistas contemporâneos, como a fotógrafa Annie Leibovitz:

Alice in Wonderland by Annie Leibovitz

Alice in Wonderland by Annie Leibovitz

Mais fotos, aqui.

E Tim Burton, que está produzindo o filme Alice in Wonderland, que será uma espécie de sequência do original. Alice, agora ao 17 anos, está em uma festa da nobreza em Oxford, onde vive, até que descobre que está prestes a ser pedida em casamento. Desesperada, ela foge seguindo um coelho branco, e vai parar no País das Maravilhas, um local que ela visitou há dez anos mas não se lembrava mais.

O elenco conta com Anne Hathaway como a Rainha Branca e Johnny Depp, no papel do Chapeleiro Maluco:

Alice in Wonderland by Tim Burton

Alice in Wonderland by Tim Burton

Sobre o filme, mais aqui.

O filme só estréia em 2010 mas para quem curte a história, muitas marcas já lançaram produtos inspirados em Alice.

Alice in Wonderland também inspira moda

Alice in Wonderland também inspira moda

Mais produtos inspirados em Alice in Wonderland:
http://www.aliceinwonderlandclothing.com/
http://www.shopplasticland.com/fashion/c/Alice-in-Wonderland.html

Adoro essa história, por ser totalmente nonsense e inspiradora. Não vejo a hora de assistir o filme.

Fica a dica.

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