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“A vida em um dia”

Pulicado em 22 julho 2010 por Carolina Türck

O projeto “A vida em um dia” tem como objetivo criar o maior longa-metragem do mundo feito por usuários do Youtube. No dia 24 de Julho os usuários terão 24 horas para documentar um trecho da sua vida.

“Meu objetivo é fazer um filme que retrate um momento de sua vida na Terra durante 24 horas. Terei que encontrar elos entre os vídeos enviados. Essas ligações podem ser temáticas (preocupações com o futuro, o amor por um bebê ou temporais (o momento do café da manhã, um amanhecer que acontece no Rio de Janeiro, em Londres ou na Namíbia”.

“Enfim, esta é uma experiência unica em produção cinematográfica colaborativa e uma cápsula do tempo que contará eternamente às futuras gerações como era viver no dia 24 de julho de 2010″

Palavras de Kevin Macdonald, diretor do projeto.

O lançamento aparece em 2011 (rápido pela quantidade de vídeos que vão receber!) no Festival de Sundance e gratuitamente no Youtube, produzido por Ridley Scott (Robin Hood, Blade Runner) e dirigido por Kevin Macdonald (Intrigas do EstadoO Último rei da Escócia).

Os “não escolhidos” serão disponibilizados no canal do projeto, onde todos os usuários terão acesso aos vídeos.

Em tempo de seguir o próximo acredito que de experimental o projeto não tem nada – já é sucesso! Apaixonada por documentários estou curiosa e ansiosa (pensando em participar) para ver o resultado.

Todas informações, datas e regulamento vocês encontram aqui.

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Câmera Carimbo

Pulicado em 17 julho 2010 por Carolina Türck

A idéia de fotos instantâneas está longe de ser novidade. Após o lançamento das Polaroids em 1947 (se você é fã da marca, escrevi sobre a nova Polaroid 300 aqui) qualquer pessoa pode clicar e levar pra casa sua foto.

Mas já pensou em ter sua foto carimbada?

O designer Jinhee Kim não só pensou como criou a câmera carimbo! A idéia foi apresentada pelo site Yanko Design e se chama Stamp.y. Ela captura a imagem (sem opção de controlar zoom ou fazer outros ajustes) digital, você retira a tela LCD e encaixa o acessório para criar o carimbo. Após basta apertar em qualquer superfície e voilá! Sua imagem foi reproduzida!

Lembro o quanto eu gostava de carimbar cadernos ou até mesmo simples folhas de oficio com rostinho da Minnie e outros carimbos coloridos, imagina se existisse a opção de carimbar minhas próprias fotos?!? É unir uma brincadeira de criança com uma paixão de adulta.

Mas infelizmente se quisermos sair por aí carimbando tudo e todos precisamos esperar um pouquinho. A idéia de Jinhee ainda é um protótipo, mas torcemos que pegue e logo logo esteja a venda por aí! ;)

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CCMQ – Concurso Fotográfico Poesia da Imagem

Pulicado em 10 julho 2010 por Carolina Türck

Quem passa por Porto Alegre tem como parada obrigatória a Casa de Cultura Mario Quintana. Em 29 de dezembro de 1982 o estado adquiriu o antigo Hotel Majestic (onde morava Mario Quintana) e transformou o local na CCMQ (Casa de Cultura Mario Quintana). Localizada na Rua dos Andradas (tradicional ponto no centro de Porto Alegre) a CCMQ tem espaços voltados para o cinema, a música, artes visuais, dança, teatro, literatura, realização de oficinas e eventos ligados à cultura.

O local é maravilhoso, tranqüilo e cenário de muitas fotos que já cliquei. Passar à tarde na CCMQ visitando as exposições ou as salas em homenagem aos grandes nomes do RS te faz perder a noção do tempo e viajar entre o Quarto do Poeta, Acervo Elis Regina e o incrível Jardim Lutzenberger com suas banheiras. No último andar do Hotel (hoje CCMQ) fica o Café Santo de Casa, com o melhor suco de melão de Porto Alegre. ;)

Bom, mas qual a ligação da CCMQ com fotografia? Além das belas imagens que podemos fotografar andando por lá o Governo do Estado lançou nessa quarta-feira um concurso fotográfico. O Poesia da Imagem é uma comemoração aos 20 anos da CCMQ que serão comemorados dia 20 de Setembro.

O Concurso premiará os autores das três melhores TRADUÇÕES FOTOGRÁFICAS da obra de Mario Quintana com câmeras Nikon (yeah!).

Então, se você é fotógrafo profissional ou amador (sim! vale para ambos) corre lá no site, lê o regulamento e faz tua inscrição até 23 de Agosto!

Boa sorte!

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Melhores da Copa 2010

Pulicado em 03 julho 2010 por Carolina Türck

Nessa copa do mundo uma das coisas que todos reparam além do jogo são as chuteiras laranja, os cabelos estranhos e a quantidade de câmeras fotográficas ao redor do campo. Com aqueles “canhões” que boa parte dos fotógrafos sonham em ter, alguns profissionais ficam lado a lado, coladinhos dando a sensação de “falta campo para tanto fotógrafo!”.

Pensando nisso, há algumas semanas quero fazer a minha seleção (ahm? ahm? entenderam o trocadilho?) de “melhores fotos da copa 2010”. Estava esperando o final da copa e obviamente a vitória do Brasil. Minha intenção se estendia, além de mostrar minhas preferidas figurar na lista com apenas uma fotinho das festa pelas ruas de Porto Alegre em comemoração do Hexa. Mas não deu (pausa para forçar esse conformismo), e mesmo sabendo que os jogos continuam até dia 11 de Julho, pra mim e grande parte dos brasileiros, acabou.

Minhas imagens preferidas, transbordando emoções (e expressões!) que fotógrafos ótimos acertaram em cheio o momento do clique.

* Atualizando - Não poderia deixar essa imagem passar batida.

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Resultado Promoção Dia dos Namorados – Garotas Nerds e Chico Rei

Pulicado em 19 junho 2010 por Carolina Türck

Wow! Quanta gente louca para ganhar as camisetas Chico Rei!

Mas sem enrolação vamos aos sortudos da vez!

Os comentários vencedores foram 15 e 36!

Rafa Gnomo e Marina, entrem em contato através do e-mail garotasnerds@gmail.com para informar os dados de entrega e principalmente: o modelo escolhido!

Obrigada a todos que participaram e aguardem, em breve teremos mais promoções! ;)

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Promoção Dia dos Namorados – Garotas Nerds e Chico Rei

Pulicado em 12 junho 2010 por Carolina Türck

Dia dos Namorados chegando e o Garotas Nerds não poderia deixar a data passar em branco, certo? Pensando nas leitoras (e leitores!) nós e a galera da Chico Rei criamos uma promoção para os casais!

A Chico Rei é uma loja de camisetas femininas e masculinas para todos os estilos. Lá vocês encontram desde estampas nerds (oba!) até camisetas especiais para esses dias de copa. E a melhor parte: duas dessas lindas camisetas serão sorteadas aqui no blog!

Para participar é simples:

Basta deixar um comentário aqui no post, seguir o Twitter do blog (@garotasnerds) e retwittar: “Nesse Dia dos Namorados quero ganhar a promoção do @garotasnerds e vestir @chicorei” .

O sorteio será realizado dia 19/06 (random.org/número de um comentário) e o resultado divulgado através do blog e Twitter do @garotasnerds e @chicorei!

Boa sorte a todos! ;)

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Steve McCurry no Brasil

Pulicado em 05 junho 2010 por Carolina Türck

Em 1984 o norte-americano Steve McCurry fotografou uma das imagens preferidas da maioria dos amantes de fotografia.

Sharbat Gula, com 13 anos e olhos verdes estonteantes, contrastando a pele castigada pelo sol. A foto encantou o mundo e virou capa da National Geographic, na edição de Junho de 1985 ganhando diversos prêmios.

Mas se engana quem pensa que o fotógrafo iniciou sua carreira cobrindo guerras, atentados terroristas e conflitos em geral. Steve estudou cinematografia em 1968, na Universidade do Estado da Pensilvânia - Estados Unidos, mas se formou em artes cênicas e graduou-se em 1974. Apaixonou-se por fotografia na época da universidade, quando começou a fotografar imagens para um jornal de lá, chamado The Daily Collegian.

Seu trabalho foi reconhecido a partir de 1979, na guerra afegã-soviética. Disfarçado com roupas típicas conseguiu as primeiras fotos do conflito e ganhou a Medalha de Ouro Robert Capa por melhor reportagem fotográfica no exterior.

McCurry continuou cobrindo conflitos, entre eles os ataques terroristas de 11 de Setembro e hoje é um dos membros da Magnum, agência criada por Henri Cartier-Bresson, morto em 2004 e inspiração de vários fotógrafos. Freqüentemente podemos ver trabalhos de Steve em revistas como a National Geographic.

Mês passado Mccurry esteve no Brasil dando algumas palestras e ministrando workshops (tudo gratuito!). O Estadão fez uma entrevista (segue abaixo) por e-mail com Steve (li no blog Fós Grafê) que vale a pena ler.

Afinal, o trabalho do fotógrafo está cada vez mais fascinante e repleto de detalhes sobre o comportamento humano.

Entrevista

por Simonetta Persichetti

Quase todos os fotojornalistas que fazem coberturas de guerra não gostam de se definir como fotógrafos de guerra. O senhor também não gosta. Por quê? E por que, então, estão sempre em áreas de conflito?

Eu sou um fotógrafo documentarista. Quero contar histórias com as minhas fotografias. Nos últimos 30 anos andei pelo mundo todo fotografando momentos cruciais de vários países como a Afeganistão, Líbano, Camboja, Índia e Tibete. Algumas pessoas são simplesmente levadas para a linha de frente por sua história particular. Querem ser testemunhas daquelas situações, ver por si próprias em primeira mão. É difícil de explicar, mas de certa forma esta motivação faz parte do DNA. Enquanto algumas pessoas fogem das cenas, outros estão indo ao seu encontro. Como fotógrafo documental me sinto compelido a contar estas histórias. Em muitos casos, as pessoas que você está fotografando não são capazes de contar sua própria história e, informar o mundo por meio dos jornais, revistas, rádio e televisão, é a melhor chance que elas têm de obter visibilidade e ajuda. Creio que cobrir áreas em conflito é importante. O drama humano destes lugares não pode ser subestimado e eu creio que conseguir transmitir estas emoções por meio de fotografias seja nobre. Fotógrafos querem estar perto do perigo porque é lá que as imagens estão.

Depois de tantos anos registrando conflitos, como o senhor vê a humanidade?

Desempenhamos papéis diferentes, mas somos parte da mesma raça humana. Somos iguais, mas fazemos coisas diferentes. Comemos comidas diferentes, vivemos em casas diferentes, falamos diversos idiomas. Sinto curiosidade e empatia pelo ser humano e cada criatura viva é fundamental para minha fotografia. Humanidade e preocupação com a vida neste planeta é o que me guia para conhecer pessoas e culturas.

Impossível não perguntar sobre a menina afegã, Sharbat Gula, que o senhor fotografou em 1984. Esta sua imagem, é talvez, um dos grandes ícones fotográficos do século 20. Por que decidiu procurá-la 20 anos depois?

A imagem desta menina foi reconhecida no mundo inteiro. Recebi várias cartas e e-mails até que decidi tentar encontrá-la. Muitos queriam conhecer sua história. Quando a achamos foram feitos vários testes científicos que comprovassem que era realmente ela. Mas nós não tínhamos dúvidas. O documentário que fizemos para encontrá-la teve um impacto muito forte em minha vida. Mas o melhor da história foi o fato de sermos capazes de reencontrá-la, ajudá-la e fazer sua vida melhor.

Qual a função do fotojornalismo para o senhor?

Gosto de homenagear pessoas, lugares e culturas por meio das minhas imagens. Também gosto de contar as histórias desses personagens com a minha fotografia – especialmente daqueles que mostrei em áreas de conflitos. Acho que esse é um aspecto importante do fotojornalismo – mostrar pessoas, o que está acontecendo.

Fazer uma reportagem fotográfica para um jornal diário ou revista semanal de informação é diferente de fotografar para uma revista como a National Geographic. Como é isso?

Fotografar para os jornais é bom porque te ensina muito sobre jornalismo e deadlines, sobre histórias e fotografia. O único senão é que existe um certo tipo de edição, que privilegia o impacto. Isso acaba por diminuir o mistério e a incerteza que muitas vezes é tão maravilhoso na fotografia: ser capaz de interpretar, cada um a sua maneira, o sentido de uma imagem. Raramente este tipo de ambiguidade tem espaço no mundo do jornalismo.

Existe mesmo um excesso de imagens no mundo hoje em dia? Como saber se a eficiência da imagem continua? Como manter a credibilidade de uma matéria?

A única tática que eu tenho é ser respeitoso, aberto, e ter consideração com as pessoas que eu fotografo. Não me canso de afirmar o quão importante é demonstrar respeito e delicadeza para com todas as pessoas. Problemas no mundo acontecem quando nos sentimos desrespeitados, não vistos e colocados de lado.

Quais suas expectativas para esse encontro aqui em São Paulo?

Espero aprender e trabalhar com fotógrafos e estudantes e também espero ter ótimas discussões durante a palestra. E também espero, como já te disse acima, fazer um belo ensaio explorando novos lugares de São Paulo e do Brasil.

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Sonhos Roubados

Pulicado em 29 maio 2010 por Carolina Türck

Após os longas Amores Possíveis, Pequeno Dicionário Amoroso e Cazuza – O Tempo Não Pára, Sandra Werneck trouxe para as telas Sonhos Roubados.

O filme é baseado no livro jornalístico “As Meninas da Esquina”, de Eliane Trindade. E retrata a vida de três amigas que vêem na prostituição a forma mais fácil de sobreviver ou bancar os pequenos sonhos de consumo. A ficção retrata o mesmo universo do documentário “Meninas” dirigido pela cineasta em 2006.

Jéssica, Daiane e Sabrina são amigas de infância, moram em uma favela no Rio de Janeiro e devida à péssima estrutura familiar alimentam um cuidado quase materno umas entre as outras.

Daiane (Amanda Diniz) a mais nova do trio, mora com os tios e vive buscando atenção e carinho do pai. Jéssica (Nanda Costa) é a “malandra” do grupo e mãe de uma menina. Divide-se entre a preocupação com a guarda da criança e o cuidado com a saúde do seu avô. Sabrina (Kika Farias) a mais devaneadora, abandona o balcão do boteco que trabalha para viver o famoso “amor bandido”.

O filme ainda conta com a estréia do rapper MV Bill e atores consagrados como Marieta Severo, Daniel Dantas, Nelson Xavier e Ângelo Antônio.

Rotinas como de Sabrina, Daiane e Jéssica podem ser vistas diariamente em todas as cidades. E através dessa identificação somos levados para o morro ao som de funk e diálogos simples, mas repletos do mais forte sotaque carioca.

Sandra Werneck mais uma vez mostrou que é possível revelar a realidade sem abrir mão da delicadeza.

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Órfãos de Englund

Pulicado em 15 maio 2010 por Carolina Türck

Invadindo o espaço da Gabriela Franco pra falar de cinema! Mas não “qualquer cinema”.  ;)

Quem leu meu post indicando os “preferidos de terror” sabe que cresci assistindo eles. E hoje em dia mesmo que meu gosto tenha evoluído faço questão de respeitar o “apego a infância” e assistir as novidades do gênero.

Semana passada estreou A Hora do Pesadelo – famoso clássico com Freddy Krueger. Alguns amigos já haviam enviado links com notícias e comentado detalhes do filme, mas minha decepção iniciou ao ler que não teríamos Robert Englund.

(spoiler)

Não me admira que os antigos fãs fiquem confusos logo no início do filme. Estamos acostumados com um filme repleto de antigas partes – Freddy sendo queimado, lembranças de alguma vítima que sobreviveu e etc…Em A Hora do Pesadelo (2010) precisamos de uma adaptação as novidades e jeito de Rooney Mara que parece iniciar o filme já em sono profundo, tamanha capacidade de interpretação. Kyle Gallner não fica atrás estampando pouco pânico ao dar de cara com Freddy (eu só conseguia pensar: “Porra! É o Freddy, corra, grite, chore, esperneie!”).


O resto do elenco é praticamente imperceptível.

O que manteve na cadeira os novos telespectadores foram sem dúvida os efeitos. Que para nós, antigos admiradores da série não são satisfatórios. Muito barulho, sustos estilo Pânico e até copias descaradas de cenas do Exorcista. Detalhe do corredor onde Nancy Thompson (interpretada por Rooney Mara) nada e me remete ao O Iluminado.

E assim segue o filme, resgatando algumas cenas clássicas como Heather Langenkamp na banheira e Amanda Wyss no saco mortuário.

Sobre Jackie Earle Haley a atuação foi medíocre. Ele conseguiu o mínimo exigido: segurar a responsabilidade de interpretar um personagem tão antigo.

E minha opinião se manteve – ficamos anos e anos assistindo Englund por atrás da maquiagem de Freddy, nos acostumamos com o corpo e principalmente os passos que ele dava em direção as pessoas, à forma que ele arranhava a luva no quadro negro ou qualquer superfície de ferro, acostumamos até nossos ouvidos a esses terríveis sons! Filmes clássicos como A Hora do Pesadelo com tantos atores coadjuvantes e apenas um principal torna impraticável uma continuação sem ele.

Mas espero o próximo, com uma direção mais tradicional e a língua de Englund no rosto de alguma vitima.

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Mães & Fotografia

Pulicado em 10 maio 2010 por Carolina Türck

Ainda em clima de Dia das Mães (relevem a falta de atualização nesse final de semana, ok? todas nossas atenções estavam voltadas para as nossas mães :P ) tentei trazer para vocês o estilo e fotografia que mais gosto e tenho prazer em trabalhar: crianças/mães e gestantes.

Fotografar uma grávida ou uma “mãe de primeira viagem” é o lado comercial da fotografia que mais me gratifica. A esperança que eu sinto estampada nos rosto delas cada vez que olham e passam a mão naquela barrigona é indescritível. ;)

Reuni alguns trabalhos que me fazem babar e cada dia mais querer evoluir ao clicar esse momento tão importante na vida de algumas mulheres.

Carina Olsen (Kat's Photography)

Collin Stumpf

Mimi

Carina Olsen

Mimi

Eythor Árnason

Teresa Smith

Teresa Smith

Serendipity Photography LLC

Carrie Sandoval

Carrie Sandoval

Thomas Röher

Serendipity Photography LLC

Serendipity Photography LLC

Mais do trabalho desses fotógrafos no Flickr de cada um:

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