Arquivos de abril, 2010

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Brigadeiros diferentes

Pulicado em 28 abril 2010 por Sara Hoff

Quem não gosta de brigadeiro (ou negrinho, se você for gaúcha)?

Das festas infantis até os momentos mulherzinha, em reuniões de amigas para assistir girlie movies ou depois de um fora, o brigadeiro não pode faltar.

O sucesso é tanto que a receita tradicional, aquela que todo mundo conhece (leite condensado, margarina e chocolate em pó, enrolado no chocolate granulado) ganhou diversas variações.

Hoje em dia, tem brigadeiro servido em colher, em copinho e até no palito:

Tem gente que inova colocando coberturas diferentes: chocolate em pó, chocolate branco, nozes picadas, farofa doce, confeitos coloridos… tudo que a imaginação permitir!

E não é só o formato que muda. Hoje em dia, a idéia é criar novas versões de brigadeiro, misturando sabores: pode ser de avelã, de laranja, de nozes, de limão, de baunilha, de amendoim, de café, de gengibre, de hortelã e até de pimenta.  Mais uma vez, a imaginação (com um pouco de bom senso, para combinar os sabores) é o limite.

Com tantas mudanças, o brigadeiro também passou de coadjuvante à estrela principal. Tem destaque garantido em todo tipo de festa, até em casamentos mais chiques, e também virou uma ótima opção de presente.  Não seria ótimo ganhar uma caixa fofinha com vários brigadeiros diferentes dentro?

Até o New York times citou os docinhos em uma matéria sobre o leite condensado!

Para comprar ou ter idéias para inovar o seu docinho de todo dia, clica aqui (ou se joga no Google):

Maria Brigadeiro (de São Paulo, SP)

Amor de Brigadeiro (de Uberlândia, MG)

Brigaderia (Rio de Janeiro, RJ)

Atelier de Brigadeiro (Porto Alegre, RS)

Ou então, aproveita que a Panda Books está lançando um livro em homenagem a esse doce tão querido. Até livro sobre o doce mais querido dos brasileiros existe. Merecido, não?

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RockWalk of Fame

Pulicado em 27 abril 2010 por Alessandra Koga

Durante as minhas férias eu tive o privilégio de conhecer a famosa RockWalk of Fame em Los Angeles.
É tipo uma calçada da fama, mas só de personalidades e pessoas que contribuiram de alguma forma pra história do Rock.

A RockWalk fica na entrada da loja da Guitar Center (o paraíso pra quem toca qualquer tipo de instrumento musica, principalmente os de corda) na Sunset Blvd em Los Angeles.
Eu me acabei lá, né?
Ver as mãos e assinaturas dos caras que eu mais admiro na música foi um momento único!
Recomendo a todos que um dia forem pra Los Angeles passarem lá pra conferir.

Definitivamente, Los Angeles respira rock.  É muito legal!

Semana que vem eu volto com dicas musicais de sites e tudo mais, mas eu não podia deixar de compartilhar esse momento com vocês aqui do GN.
Espero que gostem das fotos!

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Marco Regulatório Civil da Internet

Pulicado em 27 abril 2010 por Amanda Magalhães

Você já conhece o Marco Civil da Internet? Não? Pois deveria.

Se você é um internauta assíduo, vai se lembrar do famosíssimo “AI-5 Digital” ou o “Projeto Azeredo”, que sugeria leis para o controle da Internet, o que teoricamente, e equivocadamente, segundo o projeto, garantiria a segurança digital dos navegantes. Além de ajudar a diminuir fatores como a pornografia infantil.

Pois bem. Em outubro do ano passado, o Ministério da Justiça abriu um fórum para acolher sugestões enviadas por internautas. Durante 45 dias, o fórum recebeu aproximadamente 800 sugestões. Com base nelas, foi criado um texto que deu origem à segunda fase do anteprojeto do Marco Regulatório Civil da Internet.

O texto estará aberto por mais 45 dias para discussão, para que mais sugestões sejam dadas. Assim, o nosso Marco Civil será construído colaborativamente.

Muitos tópicos são abordados nas discussões e certamente eles dizem MUITO a seu respeito. Se você está me lendo, você está navegando na internet (a não ser que tenha recebido o texto impresso) e então, este assunto já diz respeito à você.

Você, que fica só resmungando o tempo todo que não tem uma voz ativa no seu país, que não pode fazer nada por ele e etc, já pode parar de falar e fazer. E começar pela participação ativa no Marco Regulatório Civil da Internet.

Você pode saber mais sobre o projeto aqui.
Pode ter acesso à primeira fase do Marco Civil aqui.
E pode começar a participar aqui, no debate da segunda fase.

(E pode ler um texto muito bom do Sergio Amadeu – @samadeu no Trezentos. Praticamente leitura obrigatória para se entender melhor sobre o Marco e sobre o que pode – e deve – ser melhorado nesta segunda fase.)

Vamos lá, Brasil. Mostre a sua cara. ;)

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Artistas do séc XXI: Ben Heine

Pulicado em 25 abril 2010 por Raphaella Quarterone

Da mesma forma que adoro estudar sobre a história da arte e saudosos artistas dos séculos passados,  devo admitir que vivo em busca de artistas contemporâneos, versáteis e que resgatem um pouco da verdadeira arte além da mesmice desse mundo em que todos se dizem “dizáineres”.

Sendo assim, inicio hoje aqui no GN esta série de posts – Artistas do séc XXI – onde trarei mais sobre o trabalho de nomes ainda não tão renomados quanto Botticelli, Da Vinci ou Picasso, mas que certamente – guardadas as proporções – são grandes aprendizes desse talento artístico que tanto admiramos, e, portanto, devem ser reconhecidos.

Hoje, vamos começar com Ben Heine, bélgico e artista quaaase completo: pintor, ilustrador e fotógrafo, mescla em suas criações elementos reais provenientes de suas fotografias (geralmente paisagens, animais e demais personagens que representem a natureza) com ilustrações, vetores, cores e formas que agregam um riquíssimo surrealismo à arte final,  que sempre finaliza por nos instigar e atrair por horas a fio com os olhos grudados nas imagens.

Eu particularmente AMO surrealismo, e encontrar um artista que saiba fazê-lo de uma forma tão pacífica e esclarecida, foi uma grande alegria. Nada de confusão ou dúvida, Ben sabe muito bem o que faz e conquista sem intrigar.  Sem mais babação-de-ovos (rsrs), selecionei uma série de criações em especial: Pencil vs Camera onde o artista desenha à lápis, em pequenos pedaços de papel, trechos de paisagens e a completa com esses desenhos em uma única fotografia, criando as composições criativas e divertidas que veremos adiante:

Estas imagens são só um aperitivo desta série de composições, e não representam nem 1/3 de tudo que o artista exibe em seu Flickr.

Visitem e se encantem!

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Drag – Jason Horowitz

Pulicado em 24 abril 2010 por Carolina Türck


É nítido que o trabalho de drag queen aumentou o número de seguidores e a forma de reconhecimento.

Em outra época dificilmente ouvíamos algo sobre esses artistas, e antes que alguém use como argumento a “homofobia”, o trabalho não era tão reconhecido pela desvalorização no próprio meio que vivem os transformistas.

Raramente eles investem em cursos para aperfeiçoar o idioma que dublam as músicas, teatro para melhorar a desenvoltura no palco e etc…

No Brasil temos poucos que conseguiram alcançar a fama que muitos almejam. Entre eles Léo Áquilla e Dimmy Kieer.

E foi nesse mundo cheio de “truques”, curiosidades e falso glamour que o fotógrafo Jason Horowitz resolveu criar sua nova exposição – DRAG.

Foto de Vincent Gallego

Foto de Vincent Gallego

O cara é famoso por closes em retratos, captando os detalhes que compõem a diversidade de cada rosto. E nessa série não foi diferente. Conseguindo transmitir o que cada artista carrega por trás da maquiagem e o contraste dela com a masculinidade de cada modelo.

Trecho do site de Jason Horowitz

Working at the intersection of landscape and anonymous portraiture, these large-scale photographs find new ground to explore about the human body. By exploding scale, they reveal not only the fascinating visual terrain of the body but also challenge our own hidden or unspoken biases about beauty, ugliness, body-image, race, sexuality, aging, and the thresholds of exhibitionism. Playing with the tension between attraction and repulsion, the images reveal a hyper-realistic amount of detail about the subject and explore the relationship between photographic representation and painterly abstraction, the formal elements in tension with the emotional content of the subject matter. Shot with the same “glamor” lighting set-up used for fashion images, these photographs subvert that process to look at what is real rather than ideal. Larger than life, these images become a vehicle for looking deeply at one’s self and others.

Vale a pena dar uma olhada nas outras galerias do fotógrafo.

Fotos da exposição – Vincent Gallego

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Onde fica a gentileza?

Pulicado em 23 abril 2010 por Cátia Andressa da Silva

Nos últimos tempos, tenho pensado muito na direção para a qual caminhamos. Certamente é um momento de questionamentos, alguns tolos, outros mais complexos, mas todos com sua devida importância. Algumas coisas parecem fora do eixo, e não é uma desconstrução produtiva, ou positiva…

Há algo de errado ou de doente quando “ser normal” não é mais legal, quando ser gentil é sinal de fraqueza ou falta de personalidade, quando a boa educação é ridicularizada.

Esta semana vi no noticiário local sobre um senhor, pai de uma cadeirante, que no estacionamento do supermercado chamou a atenção de um homem que estacionou indevidamente na vaga destinada aos veículos de deficientes físicos e recebeu… UMA BARRA DE FERRO ARREMESSADA CONTRA SUA CABEÇA. Ontem fui almoçar com um cliente de um frila e ouvi dele: “Do jeito que as coisas estão, é melhor ficar quieto e não se meter nessas coisas”. Como assim? É melhor ser conivente, fingir que não vemos os pequenos delitos cotidianos? Errados estão os que se indignam com atitudes desse tipo? Não tem alguma coisa atravessada aí?

Mas além dos gestos, da violência física contra o sujeito que chama a atenção de outrem que estejam cometendo atos falhos, existe ainda a violência verbal, aquela que ofende, que rotula, que se demonstra preconceituosa.

Gentileza virou artigo de luxo, a liberdade de “ser o que é” está meio tolhida, porque sempre esperam que você seja mais ou diferente daquilo. A necessidade de diferenciação social se tornou tão obsessiva, que as pessoas preferem ser reconhecidas pela sua estupidez, pela grosseria, pela má educação. Peraí!!!

Qual o problema em ser um pacato cidadão, que vive segundo as normas básicas de convivência, que não é corrupto em nem um pequeno ato, que defende a convivência e tolerância entre os diferentes? Onde está o erro de não querer ser estúpido ou mal educado? É, nesses momentos eu consigo entender, de certa maneira, aqueles que perderam a fé na humanidade.

Mas eu não quero fazer parte desse grupo, nã0.

E o que mais está torto no cotidiano, nos pequenos atos?

E o velho poeta-profeta vai ser sempre atual:

Beijocas

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Ervas (e isso não é uma apologia às drogas)

Pulicado em 21 abril 2010 por Sara Hoff

Quem cozinha um pouquinho que seja sabe da diferença que dá usar ervas frescas na comida. Quem nunca comeu um molho de tomate com folhas de manjericão, batatas assadas com alecrim, um filé de frango temperado com sálvia ou uma salada incrementada com cebolinha.

Mas o que fazer quando você não mora em uma casa e não tem espaço sobrando no jardim ou não tem tempo e habilidade para plantas? Como ter ervas frescas para usar na cozinha?

Mais uma vez, a tecnologia salva.

A opção número um são conservadores de ervas: tubos de plástico com uma placa de aço inox e um reservatório, que conserva os temperos frescos por até três semanas, na geladeira. Assim, dá para comprar maços de ervas no supermercado e não se preocupar com ter que jogá-las fora depois de dois dias.

(Clique nas fotos para mais informações sobre o produto.)

A opção número dois é ter uma horta tecnológica. Isso mesmo, existe um gadget que permite plantar ervas. É só escolher as sementes, colocar água, encontrar um local ensolarado e ligar na tomada. Em três semanas, as ervas podem ser colhidas e usadas em pratos deliciosos!

Para os que querem economizar energia e espaço, existe a opção de plantar em cápsulas e pendurá-las na janela:

Mas, para quem é old school e quer se aventurar e plantar em vasinhos tradicionais, esse post  do How Stuff Works tem tudo explicadinho.

Depois, é só procurar inspiração e fazer receitas deliciosas!

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Sob a Sombra da Intolerância

Pulicado em 19 abril 2010 por Gabriela Franco

Tipicamente alemão.

Historiadores atribuíram à primeira década do séc. XX a alcunha de Belle Époque devido à onda de otimismo, avanço da ciência, confiança e queda de paradigmas em geral que acometeu parte do mundo moderno pelos idos de 1871. Foi deste terreno fértil que surgiram a art noveau, o Impressionismo, o telefone, a bicicleta, o avião e o automóvel. A Belle Époque nos deu Balzac, Baudelaire, Rimbaud e Anatole France.

Foi uma época de ouro, marcada por profundas transformações culturais que culminaram em novos modos de pensar e viver o cotidiano, e que foi brutalmente interrompida com a eclosão da 1ª Guerra Mundial em 1914.

Foi neste cenário fatalista e de mudanças bruscas que o cineasta alemão Michael Haneke (Cachê, A professora de piano) situa seu novo filme, A Fita Branca (Das weiße Band – Alemanha 2009) que faturou a Palma de Ouro em Cannes, no ano de sua estréia, fazendo por merecer.

O filme é ambientado em uma aldeia alemã no ano de 1913, anterior ao conflito. É – na tentativa de deixá-lo ainda mais incômodo – narrado em off por um de seus personagens, um professor, que, na época dos acontecimentos tinha 31 anos e que, portanto, recorda, com toda carga emocional da idade e da criação que teve os crimes e acidentes que abalaram o vilarejo na época da guerra.

A aldeia, aliás, é por si só um personagem à parte do filme. Parece-me que antes de tais acontecimentos ela jazia sob uma paz forçosa, assentada com base na hierarquia religiosa de classes sociais. Há o médico-quase-monstro, o barão, dono de metade das terras, seus empregados sempre submissos e conformados, o pastor protestante, uma parteira que possui um filho com problemas mentais e, principalmente: um grande grupo de crianças assustadas e reprimidas, diante da frieza e austeridade dos adultos.

O retrato de uma futura Alemanha.

De repente, tudo que é sólido se desmancha no ar e a paz é ameaçada: o médico se acidenta, o filho da parteira é misteriosamente atacado, e até os filhos do pastor acabam aparecendo surrados. A fotografia é espetacular, P&B completamente estourada, muito branca, reforçando a frieza e distanciamento pretendidos por Haneke.

Um filme que tenta elucidar como a educação e criação de um povo podem interferir diretamente na formação social e política de um país.

Antes de qualquer coisa, um filme puramente alemão.

Forte. Belo. Recomendo, com louvor.

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FLISOL 2010

Pulicado em 19 abril 2010 por Amanda Magalhães

No próximo dia 24 de abril, sábado, em diversas cidades latino-americanas, acontece o FLISOL.

O FLISOL (Festival Latino-americano de Instalação de Software Livre) é o maior evento de difusão do Software Livre da América Latina!É realizado desde o ano de 2005 e desde 2008, ficou acordado de que ele aconteceria todo 4º sábado de abril. O objetivo do FLISOL é promover o uso do Software Livre, apresentando ao público, todas as vantagens, toda a filosofia e etc.

Se você tem uma quedinha pelo SL, é interessante que você vá. Sempre acontecem palestras muito interessantes, de diferentes níveis de abrangência e geralmente sobre vários assuntos. Um deles pode te interessar… ;)

Há também salas em que o pessoal fica à disposição para instalar Software Livre (que vai muito além do Sistema Operacional no seu computador) e poderá te ajudar muito, caso você leve sua máquina.

Além disso, tem as pessoas, claro. Como em todo evento, rola aquele networking maroto e aquela cervejinha esperta depois do evento. :)

Como saber se sua cidade estará na festa e onde acontecerá, acesse este link. E caso não esteja e você tiver interesse em tomar frente para o ano que vem, também encontra informações nesta página.

Se você estiver em BH, te vejo sábado, no CEFET.

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Cennarium: It’s Showtime!

Pulicado em 16 abril 2010 por Cátia Andressa da Silva

Desde o dia 27 de março [o Dia Internacional do Teatro], do conforto de casa, do seu sofá, você pode assistir espetáculos e peças teatrais do mundo inteiro. Não, não estamos falando de DVD, mas da Cennarium, um portal que exibe esses espetáculos através da internet, tendo como proposta disseminar e incentivar o desenvolvimento da indústria de entretenimento cultural, e especialmente ser um instrumento de fomento do teatro brasileiro”. Já pensou em Zé Celso Martinez Corrêa na sua sala?

A qualquer hora do dia, com segurança, sem precisar se locomover, sem enfrentar trânsito, estacionamento e com toda a segurança e comodidade de casa. Você se cadastra, compra o que quer assistir por um preço bem menor do que o das salas de teatro tradicionais, paga com cartão de crédito e até mesmo com boleto bancário e ali, na sua tela, grandes espetáculos são disponibilizados, facilitando o acesso à cultura. Muitas vezes, grandes espetáculos não chegam às pequenas cidades, que geralmente nem tem teatro, fazendo com que muitas pessoas sejam excluídas do processo cultural. Inclusão sociocultural? Trabalhamos!

A iniciativa, da empresa de mídias digitais Nortik, teve um investimento inicial de 10 milhões em tecnologia para promover esse acesso.  As peças são todas exibidas em alta definição, com riqueza de detalhes e as configurações exigidas do seu computador são as mínimas [vide detalhes no site]. Mesmo aqueles que não possuem banda larga podem comprar, já que há a opção de transmissão com carregamento de vídeo.

O portal Cennarium ainda dispõe de uma espécie de Banco de Talentos, onde profissionais da área, como atores, autores e outros, podem disponibilizar seu material e, visto que a abrangência do projeto é global, as chances de serem descobertos grandes profissionais, potencializando sua exposição, em um ambiente propício e qualificado de lançamento.

A Cennarium também é interativa, com a TV Cennarium, que semanalmente apresenta um programa sobre o universo teatral, além de outras atrações exclusivas e de diálogo entre “platéia” e “palco”. Além disso, os espetáculos ficam armazenados no portal, em uma biblioteca virtual, o que faz com que as peças possam ser exibidas a qualquer momento, mesmo que já tenham saído de cartaz. Isso constitui até mesmo um riquíssimo acervo histórico teatral, preservando a memória cultural.

Na iniciativa há espaço para investidores e parceiros das artes, que tem ali a chance de, contribuindo com a cultura, divulgar sua marca para um número muito mais abrangente de pessoas, do mundo inteiro, não ficando limitados às salas de exibição. Logo, torna-se um lucrativo negócio arrecadador.

Para entretenimento, educação ou qualquer outra finalidade, a iniciativa merece os parabéns, porque é bem estruturada e atende a uma demanda muito significativa, visto que, de acordo com dados disponibilizados no portal [oriundos de pesquisas citadas], 95% dos brasileiros nunca foram ao teatro e 60% dos mesmos não consomem bens culturais por questões financeiras ou a não existência do hábito em seus cotidianos. Essa é uma iniciativa bacana, que, não querendo substituir o ambiente privilegiado do ao vivo, pode contribuir para que esse hábito seja incorporado a um número maior de pessoas.

A Cennarium pode ser acompanhada de pertinho pelo Twitter e por várias outras redes sociais disponíveis no portal.

O Garotas Nerds apóia espontaneamente e divulga com prazer a iniciativa.

Vida longa ao Teatro!

Beijocas

P.S. A sugestão desse post foi da Carol.

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